quarta-feira, 17 de julho de 2019

A trindade singular dos Orixás


"O Pai traz o filho em si, assim como o filho está no Pai".

Guerreiro de Oxalá, filho d'Ogum, havia se tornado Pai d'Xangô. Como irmão, diante os lobos, assumiu a missão delegada. Incorporou Yemanjá em casamento singular com o Divino Espírito Santo. Mesmo sendo solteiro e sozinho. Tornou-se guardião dos Mandamentos do Cristo. Justiceiro, na guerra ou na paz, atuando perante a Lei. Cortando cabeças e executando cobranças dos quais lhe cobiçaram algo.

A mudança


Na obrigação de honrar o que está escrito neste livro, iniciamos a mudança que tanto desejamos. Sei que isto soa como macumba ou pacto com o diabo. Mas fumar é derrota. O tabagismo estava sugando boa parte das minhas economias. O maço de Gudang diário custava mais que o almoço em buffel livre. Nisto, nos vimos obrigados a cortar gastos. Certa vez que os trabalhos estavam escassos. Enquanto, vencer as demandas, era algo urgente. 

A ex-namorada havia me procurado. Vi sua ligação na bina. Após quatro semanas sem conexão. Isto me revoltou. Por mais de ano e meio, sustentei seus gastos em meu apartamento. Luz, água, gás e condomínio. Isto me ofendeu. Me senti roubado. A questão agora era seguir até encontrar trabalho digno. Embora venha fazendo inúmeros freelas no caminho. Vendi nove violões e uma guitarra entre janeiro e julho. Mas não guardei nada da grana. 

É óbvio que o relacionamento não é o culpado disto tudo. As drogas entram na questão como vilãs da história. Tanto no fim do relacionamento quanto no sucesso das finanças. Agora era obrigação cortar o tabagismo e guardar a devido dinheiro que gasto por dia em tabaco. Não há derrota pior que isto, uma vez que, além dos gastos, há a questão da saúde envolvida. Não mais poderia esperar. A cocaína, a maconha e o tabaco, já não faziam parte mais desta trama. 

É óbvio que ainda sou capaz de fumar o baseado eventual. Quando alguém bota. Sem gastos. Sem grilos com o lado econômico. Mas não poderia mais esperar. “A hora é agora” – Disse a si próprio. Não havia momento melhor para fazer esta escolha. Sou louco, é verdade. Mas escolhi ser o louco racional. Consciente de que tudo nesta vida é escolha. Assumindo assim as responsabilidades quanto ao que faço do tempo e dinheiro.

 Os Eguns e Exús estavam apreensivos. Nem todos estavam prontos à decisão.  Mas, até que enfim, o diabo estava de acordo. Disse-me que os vício valem dinheiro, reputação e colocação no mercado. Quem abusa, está fora. Quem se domina, tem o controle da situação. Portanto, me desligo desta derrota, mantendo-me ligado nos reais interesses que me movem. Agora é a hora do ar puro. Ir a academia e finalizar este trabalho. 


segunda-feira, 15 de julho de 2019

Ao trabalho


A última namorada havia me deixado no pó. Literalmente, após uma conversa estriquinado. Passaram-se quatro semanas, comi outras quatro bocetas e beijei outras duas mulheres. Isto era a fome após longo período de castidade (fidelidade). Pergunte-me se usamos camisinha? Óbvio que o estoque está se indo. Ma a questão é: “No que isto ajuda os espíritos? Senão a aprisioná-los no prazer da carne. Vulgarmente, falando, como os zombeteiros que colaboram nesta obra, o que me importa beber, fumar ou foder?

A questão é que o trabalho estava além da experimentação diária da vida. Deveríamos avançar nos propósitos cotidianos. Cumprindo os mandamentos. Resgatando-se no desafio para vencer. Óbvio que mudar não implica nos tornarmos santos ou puritanos. Ninguém é padre no mundo dos lobos. Mas a questão é lapidar a linguagem. Pois o grotesco havia ganhado o texto.

Enquanto chia a água quente ao chimarrão, Iron Maiden é trilha na oficina. Chapados, estávamos, desde antes do último Gudang. A erva posta na cuia esfumaçava calor em uma manhã do inverno. Havíamos nos tornado uma família. O médium (autor) e os espíritos que contribuem nesta obra. Presentes neste livro como colaboradores.

Assim, iniciamos o dia. Abrindo a semana aos trabalhos espirituais. Havia tantas coisas para pôr em ordem. Tudo deveria ser feito aos poucos e sem pressa. Iniciando pelos contatos profissionais. Deveriam se tornar prioridade frente às conversas com mulheres sedentas por sexo em aplicativos na internet. Deveríamos esquecer, por tempo indeterminado, aquilo que nos move ao prazer imediato.

O planejamento, a médio e longo prazos, implicavam mudanças drásticas no comportamento. Quem sabe deveríamos casar? Se acalmar? Constituir família? No entanto, a questão profissional ainda é prioridade no momento em questão. Os desafios se somam a vencer cada demanda. Certo que há tempo para tudo. Beber, fumar e foder é bom. Mas o trabalho é prioridade.

O reinício



Recriar-se era necessário. Deveríamos rever o comportamento. As economias. Os cronogramas. A alimentação. Os hábitos. Era domingo, pela manhã. Ouvindo Pink Floyd, fumávamos o último baseado. O fim de semana estava chegando ao fim. Restaria nos aprontarmos aos afazeres da segunda-feira. Na certeza que o recomeço estava na hora.

Por longos anos, ouvimos a expressão popular que diz que “a vida inicia aos quarenta”. Baseado nesta colocação, criamos o plano estratégico. Estava tudo mentalizado. Sabíamos exatamente o que fazer. Partindo do princípio do equilíbrio emocional, físico e espiritual. Buscamos nas atividades do lar, o início. Arrumamos a casa antes do almoço.

Bebemos uma cerveja. Logo após, um copo de energético puro. Passamos o café e aprontamos o alimento. Uma lasanha congelada era suficiente para enganar o estômago. Certamente a vida havia se tornado o caos estabelecido na terra. Era preciso organizar as finanças. Eliminar os gastos supérfluos com fumo, álcool e substâncias.

 Naquele dia registrei mensagens subliminares dos espíritos que desejavam ajudar no plano estratégico. Estas mensagens foram registradas no caderno da magia. Onde registro encantos, mensagens espirituais, atos em atas e desafios a completar. Com isto, agora, havia o plano. “A vida inicia aos quarenta?” Que vida realmente quero? Neste sentido construímos a estratégia. 

Já não se preocupava mais com o baseado ou sobre que vagina iríamos comer. O sexo dos espíritos trabalhados o pelo médium (e pai da casa) deveria ser mantido sob domínio até que a guerreira certa viesse somar forças. Ao respirar mais aliviado, sem pressa, e sem limites para avançar, me detive a arrumar as coisas. A casa como se fosse a vida. Os afazeres e objetivos.  

sexta-feira, 12 de julho de 2019

Avançando


Na sequência das batalhas, o guerreiro encontra, nos próprios afazeres, a positividade que busca no dia-a-dia. Saber que nem tudo é como a gente quer é o princípio à grata aceitação. Entender que existem forças maiores no universo, regendo a natureza e a humanidade, faz com que o guerreiro prossiga avante os desafios cotidianos. 

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Legado aos vivos



A igreja do futuro não terá Deus como elo à comunhão de interesses, pensamentos e energias. Mas a humanidade como ligação a unir o homem em social irmandade. Dizer isto parece desafiador. Certa vez que cresce, cada vez mais, o número de igrejas evangélicas e religiões cristãs no mundo. É verdade que o Mestre Jesus revolucionou estes dois mil anos, homogeneizando tendências de comportamento sustentadas pelo exemplo de vida citado nos evangelhos. Mas não foi só Jesus que revolucionou o mundo com seu modo de pensar diferente.

O certo é que inúmeros outros pensadores, cientistas, artistas, filósofos e intelectuais, influenciaram o mundo atual.  Vivemos num sistema de legados. O que herdamos das civilizações ancestrais? O que deixaremos às gerações futuras? Além da garrafa pet e dos dejetos acumulados nos rios. O altruísmo é a palavra que Auguste Comte criou para definir o Bom Samaritano. Ou, a caridade, conforme o espiritismo.

É inevitável considerar que “os vivos são sempre, e cada vez mais, governados necessariamente pelos mortos”. Não me refiro à influência de fantasmas, demônios ou divindades. Falo sobre a herança que herdamos das ciências, literatura e arte. Com certeza, somos influenciados pelas descobertas de Einstein, pelos estudos de Darwin e Newton, assim como pelas invenções de Da Vinci. O mundo jamais foi o mesmo após Van Gogh, Santos Dumont e os Beatles. Raul Seixas ainda influencia os jovens brasileiros mesmo após a sua morte. 

A moda, o comportamento e as tendências, mudam com o tempo. Somos diretamente influenciados pelas gerações anteriores. Pelo conhecimento acumulado além das grandes civilizações. Já não se pesca como antigamente. Já não se caça como antigamente. O que influencia diretamente no curso vital dos rios e florestas. Com isto, temos que reinventar nossa forma de usufruir os recursos naturais. 

O mundo tecnológico também vem transformando o ecossistema. A ecologia natural está alterada. Empresas nascem e morrem todos os dias. Neste contexto, inovações vêm influenciando a forma como interagimos. Desde a prensa de Gutenberg à impressora 3D, os correios perderam mercado ao e-mail. A rede telefônica, para o Messenger e Whats App. Os taxis, ao Uber. As bibliotecas, ao Google. As locadoras, e cinemas, ao Net Flix. A bússola ao GPS. O Desktop ao Smartphone. As rádios e a televisão aberta ao YouTube. A tecnologia tornou-se descartável e, continuamente, superada. O que garante certo viés de evolução.

Neste sentido, também viemos nos adaptando ao Novo Mundo. Mudamos a forma como adquirimos o conhecimento. As máquinas fazem boa parte dos trabalhos para nós. O que facilita o desenvolvimento de outras atividades. Ganhando tempo e gastando menos energia. Nisto, é necessário pensar no que estamos deixando, como legado, às gerações futuras. Como pessoas, profissionais e espíritos encarnados em desenvolvimento. Nada comprova a vida espiritual após a morte, salvo os relatos da fé. Mas o legado à humanidade certamente existe. 

Conforme a ciência e tecnologia vêm evoluindo no mundo dos terráqueos, nos perguntamos para onde estamos indo como espécie em desenvolvimento ocupando o mesmo barco. A Nave Terra flutua no espaço sideral em rotação e translação contínua. Assim como o pensamento humano. Os modelos e caminhos trilhados por aqueles que habitaram este planeta antes de nós. O que aprendemos com isto? O que deixamos às gerações futuras? 

Juliano Dornelles 
Mestre em Comunicação 

Desafios



Era segunda-feira pela manhã. O café estava pronto. No telejornal, notícias sobre pessoas que morreram de frio na madrugada em Porto Alegre. Por aqui, nem sinal do vinho que esquentou as primeiras manhãs do inverno. Estava tudo mais calmo. O espíritos estavam alinhados ao plano estratégico do médium. A semana era o desafio. 

Não beber nada de álcool, entre segunda e sexta-feira, era o primeiro desafio. Cortar o baseado neste mesmo período também. Embora o tabaco ainda estivesse presente em doses reduzidas. O esforço, agora, era conseguir juntar dinheiro. Das economias e ganhos cotidianos. Resolvemos fazer uso da magia para estimular a economia.

Os espíritos estavam conscientes que tudo que consumimos é nosso. O médium havia aberto a casa aos guias que desejassem ajudar. Incluindo os campeões do esporte, despachados na noite anterior, após ganharem o título da Copa América no Brasil. Cavalos que adotamos no plano espiritual para a lida diária.

Contudo, ser campeão, no mundo dos espíritos, não se resume a ganhar títulos e campeonatos. É preciso ganhar o ano nas atividades diversas. E, para isto, é necessário ganhar o dia. Assim viemos construindo a agenda dos cronogramas. Cronogramas que integram o plano estratégico de mudança. É, justamente, esta mudança que estamos operando em doses homeopáticas. 

Como diz o lema da Rosa Cruz: “Ou você muda, ou tudo se repete”; estamos cientes deste compromisso e missão. As velhas amizades, que atuavam por interesse no consumo das drogas, vêm cedendo espaço às parcerias de negócios, amizades construtivas e equipes esportivas. Treinar cinco vezes na semana era o desafio inicial ao tempo livre. 

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Ligados


Naquela noite estávamos ligados. O pó estava na mente, assim como os desafios na jornada. Cada vez mais, concluíamos que as drogas são como uma prisão. Uma fuga das questões sociais. Desvio do caráter. Margem da realidade. Mas a maioria dos encarnados, consumidores, não vê as substâncias como algo das trevas. Principalmente quando trata-se do consumo social com moderação. 

Seletos determinados espíritos aceitaram ajudar as almas presas no vício. Promovendo a ocupação produtiva e a eliminação do tempo ocioso. No entanto, os resgates estavam cada vez mais espaçados. Era perigoso expor os espíritos que já estavam recuperados. Estes não mais pediam drogas, tabaco ou álcool. Agora estavam interessados na ocupação cotidiana nas atividades construtivas. Assim como caminhar ao Sol e beber água. 

O último ‘teco’ emergiu como referência. Por instinto e influência dos obsessores. Divididos em grupos. Os quais queriam se ajudar e os quais não queriam. Neste sentido, por influência dos guias, nos colocamos a arrumar a casa e fazer alongamentos. Isto era o ensaio mental do que realmente queríamos aos dias normais. 

No entanto, o esclarecimento veio a tona. Deveríamos mudar a estratégia. A prioridade deixou de ser cortar o tabaco. Mas cortar o baseado, o álcool durante a semana e a cocaína. Tivemos que ter mais aceitação frente ao tabagismo. Principalmente, neste primeiro momento. Com isto, deveríamos nos concentrar em cumprir o cronograma diário. As atividades construtivas que preenchem o dia-a-dia. Tais como trabalhos, estudos ou atividades físicas. 

Assim, Já estávamos há sete dias sem fumar marijuana. O tempo que demoramos para concluir este capítulo, desde o primeiro parágrafo. A cocaína havia deixado de ser tentação. Enquanto os objetivos concretos se tornaram prioridade. Não estávamos aqui para virarmos ‘caretas’, mas para controlar mais os impulsos que nos levavam a consumir drogas. 

terça-feira, 2 de julho de 2019

Domínio próprio


Algo havia mudado. Não mais buscávamos a abstinência total do álcool e drogas. Apenas, com o consentimento dos espíritos envolvidos, buscávamos o domínio sobre o consumo das substâncias. O álcool diário deveria ceder lugar ao álcool eventual dos feriados, festas e fins de semana. O baseado que fumávamos o dia inteiro, cedeu lugar ao baseado eventual. Em cerimônias e encontros sexuais. Portanto, nos afastamos dos grupos de Narcóticos Anônimos, uma vez que, em tais grupos, defende-se a abstinência total do álcool e ilícitas, enquanto o tabagismo é defendido como escape ou muleta à recuperação.

O fato é que o tabaco era algo que gostaríamos de eliminar por completo. Enquanto o álcool eventual, assim como a marijuana social, era algo que preferimos manter sobre controle. Utilizando em períodos espaçados. Sem preconceito ou discriminação. Não estamos aqui para nos tornamos caretas, ou puritanos, mas para conquistar o domínio próprio. Assim, fomos espaçando os dias de consumo do baseado. Eliminando o pó e cortando o álcool durante a semana. 

Beber durante as semana não era bom negócio para quem gosta de ir à academia. O tabaco também não era bom para quem gosta de correr e vem treinando lutas há alguns anos. Substituir o tabagismo pelo Jiu Jitsu e Muay Thai, com finalidade de defesa pessoal, era algo que nos estimulava à mudança. As relações amorosas também ganharam novo panorama. Fugindo das triangulações, embora adepto da pluralidade buscávamos a parceira que colaborasse inteiramente com o nosso trabalho. Os espíritos sentiam-se incomodados com mulheres que faziam suas saídas em plena liberdade.

Manter-se solteiro, por algum tempo, foi a saída que encontramos para finalizar esta obra. Embora escrita, boa parte, sob efeito do álcool, maconha e cocaína, tínhamos o objetivo de cortar o consumo diário. Reduzindo aos fins de semana. Ou dias especiais. Com isto, o trabalho, assim como os estudos e treinos, ganharam mais importâncias que as drogas. Isto foi o que realmente nos ajudou. Ajudar o médium a cumprir os cronogramas diários.

Ninguém aqui queria tornar-se careta ou puritano. Apenas buscamos o domínio. Sabemos que somos pecadores, embora filhos do Pai Divino. Pai Nosso que nos orientou a cortar o consumo das substâncias. Atendendo ao chamado, assim estamos fazendo, nos dias de semana. Embora as trevas tangenciem a luz, o período de abstinência química crescia frente aos dias de consumo. 

Sexo dos Espíritos




O médium (autor) havia saído de uma relação de amizade coloria que perdurou por quase dois anos. Embora não houvesse fidelidade mútua, o Mago exigia exclusividade. Foi isto que fez com que a relação de amizade chegasse ao fim. A moça sabia que havia algo espiritual envolvido no relacionamento. Contudo, como bebia e era fumante, não sabia como ajudar. Foi então que resolvemos nos afastar e cuidar a própria vida.

Imerso em sites de relacionamento e aplicativos, o médium buscava a parceira para acasalar. Manter relações sexuais no mundo atual era algo perigoso. Em vista que as pessoas têm muito mais aventuras sexuais que antigamente. A mulher tradicional parecia ter sumido do mapa. Contudo, novas amizades foram surgindo. A oficina recebia visitas durante a semana e nos fins de semana.

Devoto de Jorge, José e Nossa Senhora, o médium buscava esclarecer o trabalho que viemos realizando. Diferente do tradicionalismo espírita, católico ou umbandista, trabalhamos o que chamamos ‘magia’. O Mestre destes trabalhos era também o Mago iniciado pelos espíritos. Aprendíamos diretamente com as almas. No entanto, os ditos Santos, deuses ou Orixás, foram, aqui, adotados como espíritos esclarecidos ou em desenvolvimento. Guias que nos ajudam nestas jornada.

Certo que as relações sexuais envolviam demônios. O tesão multiplicava-se, certa vez que os Orixás estavam envolvidos nas relações sexuais. Estava cada vez mais difícil fidelizar uma buceta que tivesse o respeito aos trabalhos que realizamos. Por vezes, confundido com sensacionalismo. Havia o propósito de resgatar o médium do vampirismo energético, das relações com interesse e das obsessões químicas. 

A verdade é que o diabo costumava prender pelo prazer fácil. Esquecendo os compromissos diários, vivíamos o momento. Embora tivéssemos o real interesse em mudar de vida. Neste contexto, dizem que a vida inicia aos quarenta. Justamente a idade que o médium estava por completar enquanto escrevia este livro. O sexo foi uma fuga que encontramos para driblar as drogas.