sexta-feira, 14 de junho de 2019

Astronautas, deuses e zombeteiros



Era uma tribo de velhos espíritos vindos do oriente. Viveram nas civilizações ancestrais. Nos Impérios dos deuses. Aqui são chamados mestres errantes, anjos da Terra ou deuses astronautas. Embora filhos do céu. Alguns bebiam chá amargo. Outros consumiam ervas em defumação. Era o que os fazia baixar na terra. Foram recebidos pelo Mestre que os invocou em oração às estrelas.

Zeus jamais diria novamente ter vindo de Júpiter. Nem Ares, de Marte. Mas o certo é que o deus das águas está nos mares. O deus dos ventos está nos ares. Não me refiro ao sincretismo greco-romano. Mas aqEle que tem vários nomes. O alfa e o ômega. Por isto, foi preciso sincretizar novamente. Novos nomes vieram com os orixás. Como legado, ou filhos, das antigas civilizações ou antigos deuses. 

Pai Universo sabe que o Zoodiaco é de grande valor. Principalmente pelas almas que o habitam e espíritos que o trabalham. Por isto, ao rugir das eras, os lobos celestes uivam a favor do vento.

Aquários é bem vinda há alguns anos. Mas os peixes ainda vivem. Pescados, ou pescadores, no dia-a-dia, desbravam lugar ao Sol. Longe do mar, ou dos rios, nadar em terra firme parece desafiador e nada inteligente. Portanto, o que é do ar, ao ar. O que do mar, ao mar. O que é da terra, à terra. E tudo retomará o lugar.

"Lembre-se que a garrafa demora, no mínimo, cem anos para se decompor. Que legado guardamos das civilizações ancestrais? Que legado deixamos ao por vir? O que estamos fazendo aqui? Neste barco chamado Terra?" - Disse o astronauta. 

Enfim, que deuses interveriam como anjos perante o Pai Universo? Seria o Pai Divino a favor desta intervenção? Como podemos ajudar? Dentre tantas divergências, o que nos seria melhor? Entre "*eus" e o diabo. O politeísmo dos quais nos ajudam? Ou o monoteísmo dos quais se vendem? Neste contexto, juntos, como podemos somar às forças da luz? Ao que é certo, bom e justo.

O diálogo dos espíritos fluía como monólogo mediúnico. Bebendo vinho e fumando baseado, o autor pergunta aos co-autores: "Sou eu mesmo?" Oh Zombeteiros. O sobrenatural continuava sendo confundido como o imaginário. Pessoas de pouca fé duvidavam da existência do Cristo. E dos deuses ancestrais. Mas a magia está no mago, assim como está no mundo.

quarta-feira, 12 de junho de 2019

O rumo revela o destino


Onde você quer estar daqui dez anos? O que gostaria de conquistar? O certo é que onde estamos indo, estamos lá. Seja no pessoal, profissional ou conjugal. Contudo, é necessário fazer escolhas. Não há como servir a dois senhores.

Pessoalmente, por exemplo, estou tendo que escolher agora mesmo. Treinar ou beber? Correr ou fumar? Trabalhar dobrado ou curtir o pós-expediente? Óbvio que o destino é consequência do rumo. Portanto, escolhas são inevitáveis. 

Quando se quer entrar em forma, não basta ir à academia. Tem que cortar o refrigerante. Quem sabe, até mesmo, o álcool. O mesmo quanto aos estudos ou trabalhos. Não espere a oportunidade. Faça a sua. 

Só assim saímos da corda bamba e entramos na jornada condizente aos objetivos. Enfim, somos os responsáveis pelo destino.


terça-feira, 11 de junho de 2019

Mulheres como antigamente

Mulheres de antigamente priorizavam o marido, a casa e a família.

Mulheres de hoje são mais rebeldes e priorizam os interesses pessoais.


É óbvio que os tempos mudaram. As mulheres, hoje, têm curso superior e trabalham fora. Saem com as amigas para happy hour e dividem as contas na hora de ir ao restaurante. Mas confesso que admiro as mulheres como as de antigamente. Não quanto à radicalidade que eram as relações patriarcais. Me refiro às mulheres que pegam junto. Que arrumam a casa ou cozinham quando o homem precisa deste tipo de ajuda.

Creio que estou mal acostumado desde os últimos relacionamentos. Ao receber massagem sem ter que retribuir o mesmo, embora o fizesse sem problemas. Estou acostumado a morar sozinho. Arrumo a própria casa desde os dezesseis anos. São mais de vinte anos morando só. Isto nunca foi problema para mim. Mas quando se tem uma pessoa junto, dividindo o mesmo espaço, as coisas mudam. Gosto de tudo em ordem. Estender a cama quando acordo, passar o café, lavar as roupas, etc.

As mulheres esqueceram as atividades que as faziam donas de casa nas horas vagas. Raras se animam a pegar uma vassoura ou passar o pano no banheiro. Embora sejam mais estudadas e menos ignorantes, muitas deixaram de ser delicadas. Gostam de brigar e bater de frente alegando direitos iguais. Mas ainda existem aquelas que costuram o bolso da sua calça sem que fosse preciso pedir.

Mais importante que o estudo que cada uma traz, ou o trabalho que realizam fora de casa, vejo, no relacionamento, que estas simples atitudes fazem a diferença. Ainda mais quando o custo de uma diarista extrapola o ganho do dia de trabalho do homem. Tempos desafiadores que tornam a mulher tradicional cada vez mais valiosa. Me refiro a mulher fiel, comportada e que não tem ciúmes. Cuida da casa, do marido e dos filhos. Com certeza, as mulheres ainda têm mais sensibilidade a isto.


segunda-feira, 10 de junho de 2019

O espírito evolui no mundo em transformação



Certo que o mundo está se transformando. Assim como o espírito evolui. Desde a invenção da escrita. Quando a história teve seus primeiros registros. Desde a invenção do tacape ao canivete suíço. Quando os coletores e caçadores tornaram-se agricultores e pecuaristas. Desde a prensa de Gutenberg às impressoras 3D. Desde a criação dos correios, passando pelo e-mail, à invenção dos emoticons. Nova linguagem que emerge das figuras visuais. Símbolos que incorporam novos alfabetos. Nisto, você também mudou.

A televisão agora está no celular. O conhecimento está na web. O www se torna o novo 666. Inferno e paraíso onde tudo é compartilhado. Encontrado, comprado ou vendido. A calculadora, o relógio, o rádio e a lanterna. Tudo está no smartphone. Mas isto não é novidade. Salvo quando entender que o conhecimento foi digitalizado e virtualizado. Ninguém mais decora número de telefone. É mais fácil clicar o nome salvo na agenda. 

Em dez anos, os táxis perderam pessoas para o Uber e Cabify. As locadoras de vídeo fecharam e os cinemas perderam pessoas para o Netflix. As rádios e a televisão aberta, para o Youtube. Os veículos de comunicação tradicionais, às mídias sociais. Os classificados, ao Olx. Os briques, ao Mercado Livre. As baladas, aos sites de relacionamento. As bibliotecas e enciclopédias, ao Google. Os mapas, ao Gps. O Gps, ao Waze. A rede telefônica, ao Messenger e Whats app. No entanto, as velhas tecnologias, embora obsoletas, insistem em pôr os conservadores tradicionais para sentar com seus relógios de pulso e jornais de papel. Vivemos entre dois mundos. 

O certo é que, quando estamos interagindo nas mídias, estamos tocando em banda. Mesmo sabendo que a interação virtual jamais será comparada ao contato pessoal. Contudo, cada vez mais, o espírito virtualiza suas relações. Relações interativas, de consumo, lazer ou aprendizagem. Por vezes, ainda temos escolha. Em que mundo vivemos? Não se trata do pós-humano. Mas do pós-analógico ao pós-tecnológico ou pós-digital. Aquele que retoma as interações face-a-face. Ou prioriza o que é do espírito. 

Ainda bem que temos o arbítrio. Eventualmente, podemos escolher. O que fazer ou onde ir. Mas é impossível fugir do tempo. A quarta dimensão. Melhor pensar diferente que produzir apenas mais do mesmo. A inovação bate de frente com o hegemônico. O tradicional. Desafiando a moda atual. Abrindo novos caminhos. 

Pensar diferente. É justamente isto que muda o mundo e transforma vidas. Mas nem sempre temos escolha. Contudo, ao ter escolhas, temos a oportunidade à mudança e transformação. Não há volta. Sempre em frente, Vamos indo. Estamos lá. Estamos chegando. Estamos aqui. Nós viemos. Continuemos indo. Da virtualização do saber à espiritualização do ser. O espírito compreende-se como espírito em evolução. No mundo em plena transformação.

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Sábios



Quem vê? Quem ouve? Quem diz?

Veja bem e preste atenção. Sem retorno não há volta. Sempre em frente é o caminho. Sedes vigilantes.

Quanto está em jogo? Tanta coisa?

Lembre que o que é do céu e da terra não tem preço. Lembre também de fazer sua lista e nomeie-a "pedido 1". Coloque tudo nela. Fiz a própria há sete anos. Reformulei há cinco, sem acréscimos, mas com compensações e adaptações.

Algo mais (extra lista), eventualmente vale a alma ou consequentemente a terra espiritual. Portanto, no "pedido 2" (possível extra lista), diga que deseja preservar o que tem e é. No "pedido 3", 'Basta'.

Quando confidenciar a alguém, lembre que anjos e demônios costumam ouvir junto.


quarta-feira, 5 de junho de 2019

Entre as drogas e o trabalho



O maior inimigo do adicto é o tempo ocioso. O maior aliado à recuperação é o tempo produtivo. O trabalho dignifica o homem. Quem não quer trabalhar?

Hoje em dia, está tão fácil usar drogas que nem dinheiro é preciso investir. É só ir numa praça ou abrir as portas de casa, que botam de graça.

Contudo, o trabalho é essencial ao desenvolvimento pessoal. E a remuneração, essencial à qualidade de vida. Quanto custa uma faxina? Taxi? Uber? Bus? Uma pizzaria ou churrascaria? Uma calça nova ou par de tênis na loja? Óculos de sol, relógio e transporte próprio? Viajar à praia nos fins de semana? Quem não quer ter estas coisas?

Por estas e outras, venho trabalhando nisto. Quando mais novo gastava tudo em cerveja, vinho, vodka e marijuana. Agora quero outras coisas. O trabalho é prioridade aqui.


Ao Novo Mundo


Embora sabemos que só o Divino é o Pai Nosso, o politeísmo é realidade nos dias atuais. No mundo dos santos e orixás, desde os deuses hindus, egípcios, gregos e romanos. Das grandes civilizações ancestrais ao Novo Mundo. A rosa, entre a cruz e a espada, que o diga.

Com Cristo, e em Cristo, estamos juntos.

Que as estrelas nos orientem.

Axé .'.

terça-feira, 4 de junho de 2019

Ser radical me serve


Melhor a sobriedade que a borracheira. Quem diria que agora estou pensando assim? O adicto deve manter distância do álcool assim como o diabético do açúcar. A bíblia cristã ensina. Seja quente ou frio. O morno não serve. Do zero a dez, sou radical.

Desabafando lhes confesso que senti ódio das pessoas que me convidavam para beber quando estive zero álcool. Tive hepatite A aos 27 anos e fui proibido. Quem não entende que uso medicação psiquiátrica há 20 anos, cuide da própria vida. O álcool com o remedio altera muito o comportamento e o estado emocional. Sou bipolar. Mas longe do álcool estou longe das crises. Agora estou remando aqui para viver longe da bereja. Quem fuma dois massos quando bebe, ou cheira pó, deve manter distância do álcool.

Que o poder superior nos oriente.


segunda-feira, 3 de junho de 2019

Vivendo e aprendendo



Na vida tenho aprendido algo. Sempre haverá quem irá duvidar do seu potencial. Mas quando você acredita em si, transformar a realidade é possível. Não se importe com isto. Faça por si e pelos quais te amam, confiam ou te desejam sucesso.

Há três anos me vi em uma situação difícil. Após ter me envolvido com política como candidato, vi os clientes sumirem. Me encontrei procurando trabalho. Então resolvi empreender como ambulante. Fazia dois anos que havia terminado o Mestrado e lecionar parecia distante. Então, comprei uma dúzia de guarda-chuvas e fui vender na esquina democrática. Em cinco dias, fiz trezentos dos cinquenta que investi.

Para piorar, machuquei o ombro e fiquei um ano sem treinar jiu-jitsu. Posteriormente, mais meio ano. Justamente a arte que havia me ajudado a parar de fumar por três anos. Na chuva, com os pés molhados, aceitei fumar novamente. Até então, se passaram três anos e meio e ainda estou lutando para libertar-me do tabagismo.

O certo é que agora, mais forte e maduro, vejo a luz no fim do túnel. Acreditar e perseverar é o que possibilita a volta por cima. Sempre em frente. A volta vem.

O Comunicador - Vol CLXXIII