sábado, 31 de outubro de 2026

João e o Pé de feijão na Arca de Noé


João e o pé de feijão na Arca de Noé 

O céu de 2037 não tinha nuvens de chuva; tinha anjos de fogo. Eles desciam em rastro de fumaça, trazendo nos braços os mísseis do juízo final. A guerra nuclear que os humanos tanto temeram na Terra não veio dos homens, mas de uma disputa celeste que derreteu o firmamento.

Lá embaixo, o velho Noé martelava as últimas tábuas de gálio e madeira de acácia na gigantesca Arca. Ao seu lado, um jovem camponês chamado João olhava para o topo do mastro principal, onde um feijoeiro colossal serpenteava em direção ao infinito. João não tinha trocado sua vaca por feijões mágicos para conseguir ouro, mas para salvar o que restava do mundo.

— Eles estão lançando a primeira salva! — gritou João, apontando para o leste, onde o horizonte se acendia em um azul atômico.

— Subam todos! — rugiu Noé, enquanto os casais de animais corriam, em pânico, para o estômago de madeira da embarcação. — O fogo vai ferver o oceano, João! A Arca aguenta a água, mas o calor dos anjos vai nos transformar em cinzas!

João sabia disso. Ele correu até a base do pé de feijão, que crescia metros por segundo, alimentado pelas lágrimas da própria Terra ferida. Suas folhas eram tão largas quanto escudos e tão espessas que bloqueavam a radiação.

Enquanto os mísseis cruzavam a estratosfera, os anjos de fogo entoavam um canto de destruição. O calor começou a descer. As árvores ao redor da Arca viraram carvão num piscar de olhos. A água do rio começou a borbulhar.

— Agora, João! — clamou Noé, fechando a pesada porta da Arca.

João escalou os primeiros ramos do feijoeiro com a agilidade de quem já tinha enfrentado gigantes. Mas ali, o gigante era o próprio sol caindo. Ele alcançou a gema principal da planta, o coração pulsante do pé de feijão, e cravou ali uma semente dourada que guardava no bolso — o último presente da sua mãe.

O pé de feijão sofreu uma metamorfose instantânea. Em vez de apenas crescer para cima, ele abriu seus ramos horizontalmente, tecendo uma cúpula verdejante e impenetrável sobre a Arca de Noé. As folhas gigantescas se sobrepuseram como escamas de um dragão vegetal.

Quando os mísseis dos anjos atingiram a atmosfera superior, a barreira botânica de João aguentou o impacto. O fogo nuclear colidiu contra o escudo de clorofila mágica. A explosão gerou um clarão que cegaria qualquer mortal, mas as folhas do feijoeiro absorveram a energia pura da radiação, transformando a morte em fotossíntese hiperbólica.

Lá dentro, Noé e os animais sentiram apenas um solavanco e o som de um trovão cósmico. O mundo lá fora queimava, mas a Arca estava protegida pelo abraço verde do feijoeiro. O calor extremo derreteu as calotas polares instantaneamente, gerando o Grande Dilúvio que Noé tanto esperava, mas a Arca flutuou, ancorada e protegida pelo caule indestrutível.

Lá no alto, vendo que a vida insistia em pulsar através da união da fé de um velho e da magia de um jovem, os anjos de fogo recolheram suas armas. O céu, finalmente, começou a esfriar.

Dias depois, quando as águas baixaram e a Arca repousou no topo do que sobrou de uma montanha, João e Noé abriram a janela. O pé de feijão havia cumprido seu papel e agora secava, deixando no solo renovado milhares de novas sementes. O mundo estava salvo, pronto para ser plantado outra vez.

Escrito com IA by #julianopazdornelles 


quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Já há alguns anos

Depois de tudo, confessei meus pecados e aceitei o chamado à remissão.

Hoje mesmo estive na igreja.

terça-feira, 27 de outubro de 2026

Jesus nos ama

Se muitos não crêem, vendem ou despacham, eu recebo em minhas orações.

Saravá todos os Santos 🕊

Retiro tudo o que eu disse na masmorra

Sobre os extraterrestres e suas visitas.

Eles continuam sendo bem vindos.

Se algum dia me chamassem a uma entrevista para falar sobre este assunto eu diria que cometi vários erros insanos e retiro tudo o que eu disse ao Preto Velho na masmorra, pois sou um louco inválido, estava drogado e possuído por demônios.

Jesus veio chamar o pecador ao arrependimento.

Fora isto, fale com os meus advogados pois mantenho-me no direito de não falar sobre o assunto.

Se agora a gente pensa diferente, trocamos os bares pela missa eventual.

Eu recebo. Saravá Shalom Axé

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Salve o Brasil 1° Mundo 🕊

Um dia de chuva como hoje, há dez anos, eu estaria vendendo guarda-chuvas na esquina Democrática ou em frente ao Shoping Rua da Praia.

Mas quem sabe a minha história, sabe o que aconteceu quando fui internado. Denunciei os crimes e estou na defesa dos meus direitos.

Desejo um bom trabalho aos vendedores de guarda-chuva e continuo defendendo a substituição da importação dos produtos chineses pela industrialização nacional.

Salve o Brasil 1° Mundo 🕊

terça-feira, 6 de outubro de 2026

Shalom (Paz)


Defenderei a capacidade civil daquele que sabe usar o dinheiro, diante o MPU, porque confio na justiça, nos meus exames e nos meus extratos das últimas décadas. 

Mais de trinta anos morando sozinho e usufruindo os próprios recursos de forma racional. Ficha limpa. Nome limpo.

Fiz isto em mim. Eu tenho esquizofrenia, mas os meus advogados não. 

Já registrei na delegacia online gov br os destratos e a ameaça que recebi.

Protejo minha integridade física, material, mental, emocional e espiritual.

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Sobre a produção midiatica na web



Nos anos noventa fiz o meu primeiro blog. Antes do Orkut ou Youtube. Ainda não existiam mídias sociais.

Agora já tenho tantos que nem sei mais os links. Em alguns não usei nome pessoal (nickname) pois os fiz como ghostwriter (anônimo).

Está escrito na web. Já lido na rede: "Esqueçam o que escrevi" (THC). Não precisa saber o que pois a história é outra.

Trinta anos produzindo na internet. O que já foi prestação de serviço, agora é terapia de descarrego. 

A IA superou os humanos nas artes gráficas. 

Eu sou anterior a ela.

Sobre os tóxicos, drogas ou entorpecentes



Com sete anos pedi para experimentar o crivo do meu pai. 

Aos doze ele me serviu cerveja no aniversário da minha avó (mãe dele) e não foi um gole só. 

Aos treze eu fui suspenso do clube por usar lança perfume e cheguei de uma balada em casa bêbado vomitando destilado.

Na minha colação de grau eu estava travado e na Crisma eu estava chapado.

Hoje um litro café. Axé