terça-feira, 17 de setembro de 2019

Mitologias do Imaginário



'Zi fio' foi criado por Oxalá (Santo Protetor: Menino Jesus, Coração d'Jesus, E.S. ou Senhor do Bonfim) quando guri. Embora tenha conhecido os caminhos da vida, conheceu o pecado, aprendeu a fazer a guerra e a justiça. Mas jamais negou o Cristo verdadeiro. Nem mesmo trocou por qualquer filho visto. Sabendo que os encarnados vivem a natureza pecaminosa. Tendo como aliados, Ogum e Xangô. Embora deteste quem faz tratos com Kan (pelo fato de que não creem que o Cristo seja o Deus verdadeiro). Estes costumam ser destruídos por Zí.

Enquanto isto, Baraque trabalha o dinheiro, o ferro e a terra. As encruzilhadas e as encomendas. Os orixás na espada. Os demônios como anjos. Os espíritos como guerreiros. Contudo, trabalha isto e as compras, independente de Kan. Sendo que as vendas deste (nas lojas e lua), são encomendadas pelo próprio Baraque (nas encruzilhadas e na terra). Baraque (na justiça de Xangô e na guerra de Ogum) é adversário de Kan e aliado de Zi. Pelo fato de que Kan não respeita Jesus como Deus. Enquanto Zi o venera.

Zi afirmou que aqueles que fazem trato com Kan, negam Jesus Cristo como Deus verdadeiro. Alguns o 'vendem' (como cavalo) nos filhos ou parentes dizendo 'eu vi neste' ou, até mesmo, encomendam aos netos. O que é uma ofensa ao mundo cristão, quando comparados ao nascimento do Cristo verdadeiro há dois mil anos. Cristo é aquele que foi crucificado pelos nossos pecados.

Zi coloca o ponto final na venda, ou encomenda, das subjetividades ('identidades' espirituais). Dizendo que o sobrenatural é incomparável ao mundo dos encarnados. Quando baixa na linha, esta termina em si.


segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Aos Navegantes .'.


"Mentiu pro tio? Contou pro vô? A casa caiu? A cobra fumou?"

Zi avisou: "Quem utilizou o peso da vingança será vingado. Quem foi piedoso, está perdoado. Evite confundir a piedade com o 'Jesus perdoa'. Isto é justiça. Esta não é a justiça de Ogum, Xangô ou Kan. Eis a justiça de Zi. Portanto, daqueles que vendem pela lua (empreendimentos, ideias, investimentos, pedidos ou encomendas), na terra, serão 'comprados'".

"O vendido será 'buscado'" - Completou Baraque.

O Comunicador - Vol CLXXXIX


quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Sagrado


ARCANO V

O Papa (Arcano V) trabalha três estados. Sentado como pai. Em pé como espírito. Ambos como irmão do 'Filho'. Embora traga dois num só; Outro sobre tudo; Outro em cada qual.

O dia em que o Papa sentar, ou levantar, Iemanjá, vira puto. Por isto, seja pai ou filho, como irmão, dispense esta parte.

SENHOR DO BOM FIM

Nosso Senhor do Bom Fim apareceu-me em sonho e disse-me: "Sempre em frente, o longe é perto". Babá, como o chamo desde guri, costuma trazer-me estas pérolas.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Liberte-se


Não use drogas; Liberte-se :)

Os trabalhos, os estudos, os esportes, a boa forma física, emocional e espiritual, a saúde, o bom relacionamento, o desenvolvimento, a prosperidade e o sucesso, estão longe das drogas.

Aproveito o espaço para afirmar que tudo é escolha. No mais, destrato feito o pacto. 




segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Iluminados


O espírito encarnado vive o estado humano.

O médium é trabalhado pelos guias na vivência empírica.

Manter as luzes acesas é criar ambiente apropriado aos espíritos iluminados.

Durante dez anos, deixava apenas a tv ligada a noite. Desde que mantenho as luzes acesas, sinto outra vibração.


quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Psicografias d'Subconsciente - Atos d'Novo Mundo



"Não se coloca coelho, onça e alface, no mesmo barco" - Disse o ser vivente.

"Ou se acredita em Santos e Orixás; Ou se acredita em cortar cabeças".

Gengis cão e Gengis cu perderam os cavalos. "Nesta terra quem manda é Tupã" - Disse o Guerreiro.

Cavaleiros do Machado. Conhecidos como 22 ou "os Quais". Zelam o tabuleiro na terra do Axé.

"33 juntaram-se a nós" - Disse o 27° após zerar a pedreira - "9s fora, Zero".

Quem fazia pactos com o bruxo do oriente, fora dispensado.

O Mago cinza protege a terra dos Orixás.

Guerreiro-cavaleiro-espada que domina a magia branca.

Pajé também está aqui.

"Prometo honrar esta terra" - Disse o Guerreiro.

Zi também estava assustado. Puma, Miura e Gurgel fumavam cigarros importados made in Brazil. "Marijuana é daqui" - Confirmou o velho guerreiro.

E não confunda Américas com Camélias.

Dom esqueceu-se das locomotivas e camisas d'algodão. "Aos campos d'Libra, plataformas d'Triunfo. Ordem ao progresso".

"Isa é a verdadeira liberdade".

Aqui nos reunimos além das rosas e além dos ventos.

A bruxa d'oriente tentava entrar como filha. Pedia para passar quem se julgasse filho. Despachando fumo e outras coisas. Ao ser cortada, vi no chão o pé d'cabra.

Cam, Sem e Jafé, vieram ajudar.

Sempre em frente é o caminho. Inexiste volta no tempo.

Ogunhê Axé .'.


terça-feira, 3 de setembro de 2019

Baraque traz os Orixás na espada


Quinze pessoas lhe deram cigarros na terra como despacho. Duas pessoas lhe ofereceram em cima como oferenda. Uma lhe ofereceu pelo dinheiro. Outra lhe ofereceu com dinheiro para usar no quisesse. Que cigarro iria fumar?

Cinco pessoas lhe ofereceram cerveja na sexta como despacho. Outras duas lhe deram como oferenda na quinta. Que cerveja iria beber?

Seis pessoas lhe deram maconha na terra como despacho. Três lhe deram em cima como oferenda. Que baseado iria fumar?

Pense bem. Por isto existem as encruzilhadas. Melhor buscar onde é gratuito para consumir em cima. Do que ser cobrado para ficar na terra.

Oito pessoas lhe ofereceram cavalos pretos pelo branco. Quarenta lhe ofereceram para lhe ajudar gratuitamente. Que banda iria tocar?

Doze lhe ofereceram o pai pelo filho. Sete lhe ofereceram ajuda para o filho se tornar pai e o pai se assumir irmão. Que banda escolheria?

Seis lhe ofereceram o Bah pelo Beh. Doze lhe ofereceram os Bahs para ajudar o Beh. Que banda tocaria?

Cinco pessoas lhe ofereceram Xango pelo Ogum. Ou Ogum por Oxalá. Outras sete lhe ofereceram oferenda gratuita a Ogum, Xango e Oxalá. Que banda iria tocar?

Outros lhe ofereceram Orixas pelos santos. Mas alguns lhe ofereceram Orixas para ajudar os santos. Que escolha iria fazer?

Baraque sempre escolhe a encruzilhada onde tudo mais é gratuito. Trazendo, na espada, os Orixas. Na devoção, os Santos.

Como era no princípio, agora estamos completos.

Assim como o novo é a recriação do velho; Tudo converge no espirito.

'Eu Sou' está conosco. Pai Divino abençoa.

Na beira dos rios, praças e encruzilhadas, velhos pais de santo encaminhavam os Orixas após encerrar os trabalhos. Buscados sob encomenda. Jesus nos ama.

Venham e vamos.

Kao Kao Oke Aro Ogunhe Axé


segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Olhos Abertos



Imaginavam-se nos lugares olhando sem ir. Imaginavam entidades fora de corpo. Então os adotamos, ajudamos ou encaminhamos, pensando diferente.

Nem levados. Nem tirados. Nem comprados. Nem vendidos. Nem entrados. Nem saídos. Preferimos buscar os quais vieram gratuitamente. Buscados estamos lá.

Na Igreja Invisível ninguém os vê. Mas eles nos ajudam. Por isto temos que ajuda-los.


O Comunicador - Vol CLXXXVIII


quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Aos Navegantes



Jamais compare o Nosso Senhor Jesus Cristo com qualquer outro filho neste mundo. Ainda prefiro o verdadeiro.

Muitas pessoas desistiram do sobrenatural. Outras brigam por isto. O certo é que ainda estamos engatinhando na magia.

A magia é todo o trabalho que resta ao Mago. Iniciado processo evolutivo. Cap XXXIX.

Cada ser vive a temática que cabe ao próprio cotidiano. Alimentando-se dos mitos que cultua.

Além dos nomes ou definições. Além dos estados conscientes. O ser jamais é desvelado.

Há algo aqui que transcende os nomes que conhecemos.

A trindade se assemelha aos três macacos sábios. Quem vê e ouve, guarda o segredo.

A pedra angular no trabalho autoral é a temática.

Quanto mais se estuda o sobrenatural, mais se crê na ciência.

O magnetismo, a física quântica e o pensamento positivo, criam ambientes motivacionais.

Crer no poder superior que trazemos em si transforma o mundo ao redor.

A phisis é causa do pensamento. O átomo, a essência dos elementos.

Não reclame!
Agradeça!
Acredite!

"Ou se serve ao Kan ou a Jesus. Repartam o que este bruxo lhes ofereceu pela alma" - Disse o Mago.

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

QUANTO AO NOVO MUNDO



A filosofia ocidental é grega. Sócrates foi condenado por negar os deuses. Nietzsche disse que os santos católicos eram o fraude na história. O sobrenatural é mistério; real ou imaginário alimenta o espírito.

O sincretismo é alegoria. Representação simbólica dos sentidos. Significado e significância. Adaptação semiótica. Nomes diferentes às coisas. Rótulos ou definições.

Universos paralelos. Estados conscientes. Planos coexistentes.

O plano científico nos faz questionar o espiritual. O esclarecido costuma tornar-se cético. O crente, devoto.

O Magnetismo costuma emanar no pensamento. O pensamento positivo é construtivo. Crer é motivacional.

O bem e o mal existem. Mas ninguém é cem por cento bom ou mau. Ambos os estados estão no ser. A pluralidade recria-se singular.

Axé .'.

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Oficina dos deuses



Meu preço é caro. Dos quais me vendem, estou comprado. Justo.

Tempo livre é benção mas também é oficina do diabo.

Na gruta, a vela estava acesa. Com dez anos, ouvi as orações das minhas avós. Que guardo até hoje. Muitos desistiram, mas ainda acredito neste cara. Cheguei a me julgar o próprio santo que continua me ajudando. Costumo dizer que Nino de Praga nunca existiu. Mas e Jesus nos ama.

Pedi dinheiro, trabalho, ajuda e riquezas. Mulheres e irmandade. Me ofereceram drogas e cigarros dizendo "Não fume". Senti que certo dia deveria virar a mesa. Quem sabe a hora é agora.

Assim, ajudado pelo Táta e o Babá, que transcreveram a mensagem em punho, o Divino pediu-me que cortasse o álcool. Havia curado a hepatite. Mas, como uso medicamentos, deveria evitar e embriaguez.

Onofre bebe o dia inteiro. Principalmente destilados. Misturando bebidas, veio até mim. Conversamos e lhe disse que neste ano seria encaminhado. Intercedei e rogai por nós.

Cortar a bebida era como uma passagem. Embora tenha sempre uma cerveja na geladeira.

Às seis da manhã, a quimbanda se desligava. Estavam sem dormir. Antes disto, aqui pediam marijuana. O dia recém havia nascido.

Os demônios ergueram-se como anjos de luz.

As unhas estavam grandes. "Cortamos na quinta" - Disse o Táta. Há sete gerações mantemos este hábito.

terça-feira, 20 de agosto de 2019

O Mago Cinza é o Mestre Guerreiro


Eis que baixou o Pai no filho e assumiu-se irmão. No Grande Oriente o Mestre é o Mago Guerreiro. Diferente das religiões tradicionais, o 'talho' singular.

Mas isto faz bastante tempo. Neste 'estado', ano a ano o filho é desafiado a chegar o Pai.

Na rinha pós-Natal, o Mago cinza emerge depenado para ser desafiado ao combate. Na virada, é abatido o galo branco. Ano a ano. A história é escrita rinha após rinha.

Desde que encontrei o cavalo (de verdade) branco oferecido na encruzilhada, nas margens do Rio Uruguai, há uns cinco anos, e vinte e duas cabeças de ovelha nas margens do Guaíba há uns quinze anos, não me espanto mais com os galos preto e vermelho que morreram aqui na esquina da Bronze. Sempre busco (buscado) o espiritual que jaz nestas oferendas quando encaminhadas.

A pomba cinza também jaz.

Agradeço e abençoo cada oferenda buscada por mim.

Cinza (esclarecendo) é o 'preto no branco'. Está escrito.


segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Está Escrito


No Candomblé, diferente da Umbanda, trabalham-se os Orixás juntos num só espírito. Por isto sintonizo mais com o Axé. Embora respeite a Umbanda e ajudo quem me ajuda.

Sempre ligado, o Guerreiro viu as pessoas se desligarem umas das outras.

A quimbanda também estava ligada. A mitologia ainda vive. Entre Zeus o diabo, o bem e o mal estão no homem.

Jamais peça o sobrenatural dos outros. Tampouco sem. Nem dos pais. Nem dos filhos. Nem dos irmãos. Melhor zelar o que acredita. Esta é a lei.

Como Pai da própria casa e filho dos Orixás, irmão Mestre iniciou os trabalhos.

Zelando os santos protetores e as leis espirituais.

O diabo foi ligado como testemunha neutra. Está interessado na 'guerra justa'. Avaliando medidas e intenções.

Pai Divino pediu ao Mago Guerreiro para cortar o tabaco e o álcool. Obrigações exclusivas em dias específicos.

O entendimento entre as religiões é necessário à paz mundial.

Jamais se julge Orixá. Os Santos Protetores nos ajudam. Pai Universo está conosco.

Entrados no Grande Oriente se ligavam em banda. Aqui temos outras regras. Respeite a Lei.

Saudação aos 'pais' que me chamam irmão. Nesta banda é o que somos.

Evangélicos e Umbadistas ainda disputam Jesus. Aqui somos irmãos.

Diferente disto, cuide a própria vida. Acabou. Este é o início. Axé



Pelo Deus da Guerra


Comprado, sem álcool, o Guerreiro encaminhou a cachaça aos exus que ajudarem nas demandas.

Seu vinho foi vendido em troca do dinheiro gasto com bebida.

Seu cigarro encaminhado as pombas que cumprirem às obrigações nesta casa.

Sua maconha, cortada em prol doutros ganhos.

Seu pó negociado com Zé Pilintra pelo dinheiro gasto em cocaína.

Estamos nesta loja, Umbanda! A gente assina.

No ano passado, Baraque saravou Sto. Antônio. Neste ano, Saravá Onofre. A quem nos ajudar nas demandas e ganhos extras. Que assim seja. Ogunhe Axé :)



domingo, 18 de agosto de 2019

Destratos


Zi encomendou os contratos de Ogum e Xango na encruzilhada. Quanto vale o tudo e o mais? Em posse do pacto saravou-se no imaginário.

Revoltado, não aceitava que o dinheiro gasto em bebida fosse retribuído a quem parou de beber e o dinheiro gasto em fumo fosse guardado por quem parou de fumar. Mas, ao ser instruído, reconheceu como justiça na guerra.

Baraque, Deus da guerra, retribuiu, como oferenda, moedas a quem lhe desse trabalho remunerado. O ferro circula na terra.




quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Desafios



O Guerreiro move-se ao desafio. Há objetivos que direcionam seus atos. Nisto é necessário reformular o plano estratégico. Que atividades se tornam prioridade? Que caminhos temos que abrir? Que habilidades temos que desenvolver? Como podemos ajudar? Onde podemos somar forças? Estas são algumas questões que devem ser respondidas antes de iniciar a jornada. Assim estará pronto aos desafios. 

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Subliminar Sobrenatural


Zi vendeu a lua pelas coisas da terra. Na Terra, iluminado pelas estrelas, está no céu.

Real ou imaginário, chama-se 'sobrenatural' o fenômeno que a ciência ainda não explica.

A mitologia e o sincretismo baseiam-se em alegorias. Contudo alimentam a 'fé' no imaginário.

Na terra, o velho guerreiro emitia sinais de fumaça. Cavalo trabalhado pelo médium há décadas. Zi era do tempo de Zeus.

Deus da guerra, trabalhando o ferro na terra, encomendou-se nas encruzilhadas. Zi é testemunha.

Devoto dos 'mitos', o Mago emerge como criador e criatura.

Jesus e Sócrates nos falavam sobre o certo, bom e justo.


sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Mitos Zombeteiros


MUNDO IMAGINÁRIO

Duas entidades imaginárias que estudo, trazem caminhos distintos. Ambos Zombeteiros que vestem o cosplay identitário dos mitos. 

Uma delas, auto intitulada Kan, cultiva os caminhos de volta. Simulando voltas. Ou percorrendo caminhos passados no imaginário como se fossem resgates. Utiliza o juramento e o machado para fazer 'justiça', embora frequentemente 'injusta'. Trabalha o universo lunar das imagens e visualizações. Porém, diferente de Ogum que vê o presente, Kan olha o antes. O que passou. Sentado sobre nenhum, reparte as partilhas em 2 e 4 partes. Em resumo, é um espírito invasor nestas terras. Trabalha nas lojas. Vende o Não pelo Sim. Seguidamente, parte os ganhos pela metade a fim de dobrar o montante. Vende o 'Não fume'. Reivindicando o que é gasto com fumo. No entanto, costuma beber vinho. Seduz as almas, encomendadas como cavalos ao pós vida, a se julgarem o próprio Kan. São libertos quando se desapropriam das posses obtidas neste status (tempo em que se atribuíram tal denominação).

A segunda entidade, intitulada Zi. Originário do Zi filho. Filho do Axé. Mudado e transformado pelo mundo. Crê no caminho sempre em frente. Trabalha os contrários. Sua justiça é na terra. Costuma ver nos olhos e não pela lua. Trabalha as encruzilhadas. Os fumos e defende o 'Não Beba'. Assume-se pecador. Trabalha as mudanças. Este é originário das Américas. Espírito desta terra. Costuma fumar tabaco (quando trabalhado pelo Bá) ou ervas (quando trabalhado pelo Axé).

Se não fosse Zi, as vendas de Kan seriam convertidas em compras. No entanto, Zi não vende o que é do espiritual terreno. Portanto, adquire ao zelar a terra. Apesar disto, nas encruzilhadas, Zi costuma encaminhar outras entidades através do Saravá.

Enquanto Kan costuma vender as entidades que se julgam santos como cavalos (quem vê os outros como santos ou orixás) ou despachos (quem se julga santo ou orixá), Zi as adota e trabalha em Banda. Diferente de Kan, Zi não cultua o caminho de volta. Embora passe várias vezes pelo mesmo lugar ou situações. Por estar associado ao espírito de Marte que circula o Sol e a Terra.

Assim, estas entidades ganharam força neste mundo. Embora não tão conhecidas. Se apresentam aqui, como guias e espíritos de luz. Embora, em determinadas luas imaginárias Kan esteja presente, na terra Zi é supremo. No entanto, ambas as 'justiças' são equivocadas quando trabalham o retorno ou a vingança. Contudo, justas quando retribuem o bem pelo bem e o que é bom pelo que é bom.

Em resumo, Zi é originário das Américas e costuma trabalhar o dia, a terra e as encruzilhadas. Enquanto Kan é lunar, imagético e mais presente nas lojas. Ambos trabalham encomendas. Na guerra justa, Zi costuma buscar o que é vendido por Kan. Ambos são respeitados pelos Exús, embora, na terra, Zi seja mais influente.

Zi (Velho Guerreiro de Marte na Terra) é do tempo de Zeus (Júpiter: planeta errante). Tempo em que os cortes, em outra língua, eram feitos com palavra iniciadas por 'Z'. Zi tem maior fé no sobrenatural. Kan prefere acreditar nos próprios atos. Ambos trabalham os 'cortes'.

Dizem que, primeiramente, Zi atuava como inimigo. Como se trouxesse o diabo em si. Jogando por fora, utilizando o 'sem' algo. Ao cruzar caminho dos brancos, permanece ligado quando não encaminhado. Costuma cobrar o que sabe em contratos ou destratos à terra. Entretanto, costuma tornar-se aliado após longos anos. Geralmente através do ca-peão do tabaco. Terra específica. Em que o encarnado assistido deve escolher ser livre. Libertando-se e dominando-se. Caso contrário, seria como cavalo em vida dos vícios e obsessores da terra. A escolha está nas encruzilhadas. Onde Zi corta os caminhos. 

Quem atribui-se a denominação Kan costuma perder a parte espiritual da terra (dos Santos e Orixás). Pois não acredita. Vendas desvendadas. Enquanto se apegam ao material, não vendem (na terra) os ganhos materiais obtidos pelo machado. O 'valor' do espiritual negociado. 

Enquanto isto, Zi atua ao contrário. Desfaz-se das coisas materiais, quando necessário, primeiramente, em prol da terra espiritual. Em posse desta, trabalha o plano material.

Quando Kan se liga, em banda, a Zi, acaba resultando em tudo errado à Kan. Para Zi, isto é apenas uma forma de mudar as coisas. Pois, para mudar, precisa enxergar o erro. Assim tem mais chances em acertar.

Na vida anterior, Kan eventualmente devotou-se a Xangô. Atrasou-se e, posteriormente, menosprezou a possível existência do Orixá. Julgando-se justiceiro independente do Anjo Miguel. O qual, eventualmente, é confundido como cavalo. Na verdade, quem se julga pelo fato de recebe-lo no espírito. Auto intitulando-se Kan, após julgar-se um, todos ou nenhum.

Zi, no entanto, trabalha as virtudes dos Orixás em si próprio. Trabalhando antes o 'Ninguém' como se fosse cavalo do Jesus. Mudando várias vezes a forma de pensar. Assumindo-se guerreiro. Embora não se atrase, é mais demorado. Pois sua passagem é sempre ida. Não há chegadas definitivas, nem voltas ou saidas. Mas a ida, Sempre em frente. Quando desfumado e sem beber, assume a identidade Zero. Neste estado o médium trabalha o próprio outro em si ou em paralelo.

Zi acredita no Cristo verdadeiro. Mas não crê que ninguém o seja neste mundo. Salvo o Mestre que ressuscitou há dois mil anos. Já Kan, não acredita. Descrente questiona a existência do sobrenatural como o mundo os vê. No entanto, vende em loja 'pessoas' como Nenhum (cavalos que se julgam o próprio Kan) sendo Ninguém (cavalo do Jesus). Como se fosse o Jesus visto em alguém sem o ser.

Enquanto Kan vende (dizendo ter visto alguém como se fosse algo, sem aceita-lo de fato), Zi encaminha, adota ou trabalha, as almas.

No mais, estamos com Cristo. Jesus é o Mestre.

Ogunhê Axé

OBS: Estas entidades são imaginárias. Embora Kan seja apenas uma lenda apropriada por obsessores. Zi sempre nos ajuda.


terça-feira, 6 de agosto de 2019

O 'Béh' a 'Bá'



Zi estava na sessão. Disfarçado. Duas horas sem fumar. Dois dias sem beber. Ninguém lhe reconheceu.

Cortaram as próprias cabeças como se fossem cães. Embora pensassem serem lobos. Nenhum abria os próprios estados aos demais. Sua volta foi cortada em dois e dois são quatro. Nem lua restava na terra.

O ca-peão exigia dois maços diários por vinte anos. Ninguém consegue ir lá e sair ileso. Completo o tempo, Mestre Zi buscava a saída.

Na vida anterior, na terra, haviam vendido o fumo em loja, com seus respectivos nãos, e despachado a canha na encruzilhada. Sem volta, só restaria ir em frente.

Cotado como a soma bruta dos ganhos em vinte anos, o fumo vendido jamais seria o mesmo. A terra trabalhada havia sido adquirida.

A meia noite eram dez horas. Em duas, o mar havia sido atravessado.

Deus da guerra estava na encruzilhada. Aprontando a pipoca às pombas.

A espada de Marte soava como o martelo (Pá!!) sobre os machados. A cortar como uma caneta esferográfica.

Disse o Mago: "Cinza, o preto no branco, está escrito". Ensinar o 'Béh' à 'Bá' era como tocar o Axé em Banda.

Vendiam o 'Não Lá' pelo 'Sim'. Juravam sobre escrituras que proíbem juramentos. Seus machados foram fatiados como manteiga. Pois não conseguiam vender o que haviam acumulado.

Seus brancos descascavam e mostravam a cor preta por baixo. Irrustidas 'vendas' do que não tem preço. Desvendadas pelo Mestre.

Desvendidos, ou desvelados, estavam os 'santos' pecadores. O Banda agradece pelo que "Não tem preço"..

Dentre os únicos que bebiam sete dias, e sete noites, por semana, "Saravá Onofre".

Jáh trocou as ervas na casa de Tupã. Do Haxixe ao Caáh. Ninguém irá perdoar.

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

O desafio está no caminho


O Guerreiro sabe que o desafio permanece no caminho. Somente transpondo os obstáculos será possível avançar. Por isto, foca-se nos objetivos. Organizando os cronogramas cotidianos. Aprimorando-se sempre que possível. Aprendendo na jornada. Desafiando-se a evoluir. Dominando emoções. Aprimorando habilidades. Firmando as parcerias certas aos empreendimentos pessoais. Somando forças e engajando-se nos próprios projetos. Eis a missão do espírito enquanto humano.

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Juliano Dornelles - Escritor, pensador e produtor HQ


Juliano Dornelles - Escritor, pensador e produtor HQ

Procuro Editora para publicar o novo livro "O Bom Combate - Além da magia, sexo, drogas e rock'n roll - Uma história real escrita pelo médium e espíritos colaboradores"; incluindo possibilidade à tradução em outras línguas. O livro acompanha cinco histórias em quadrinhos e poesias. Fala sobre a batalha intrapessoal, os desafios e episódios cotidianos. 


What's App +55 51 985433884
E-mail Julianodornelles@gmail.com 


APRESENTAÇÃO

Este livro é uma obra espiritual. O autor é co-autor junto aos espíritos que compõe os trabalhos. Além dos guias, como co-autores, zombeteiros e obsessores doutrinados integram a mesa dos editores.
Na obra fala-se sobre as batalhas cotidianas. A eterna luta entre a luz e as trevas. O bem e o mal. ‘É nas encruzilhadas que temos que escolher os caminhos’ – Diz o Mestre.
Na linguagem simples, como obra espiritual de auto-ajuda, o Guerreiro emerge como avatar do autor e dos espíritos que compreendem a obra. Assim como o Mestre e o Mago; quem doutrina e quem faz os experimentos.

Com textos independentes, poesias espirituais psicografadas, pensamentos e histórias em quadrinhos que alimentam a trama, este livro promete o encontro com o bom combate. 

FRAGMENTO

Estava na encruzilhada, entorpecido por álcool e drogas, quando o diabo veio até mim e ofereceu-me o pacto. Ao ‘destrato feito’, respondi-lhe: “Afasta-te Satanás. Só o Divino é Pai e Pastor Nosso”.
Desde então, algo estranho aconteceu. Entidades diversas procuraram-me para retornar à luz. A escolha que havia feito desafiava os espíritos que se identificavam por nomes religiosos, tais como ‘Orixás’, ‘Santos’, ‘Anjos’ e ‘Demônios’, a mudar a estratégia na jornada vital.
A luz do Espírito Santo lhes ofuscava os olhos. Luz que invoco diariamente para iluminar o caminho. Foi assim que determinei a mudança que iria operar em minha vida.

(...) 

terça-feira, 23 de julho de 2019

Diante os Mandamentos


Desde que me conheço por gente, sou cristão. Estudei em colégios cristãos. Me formei e fiz mestrado em uma universidade cristã. Fiz primeira comunhão e crisma na Igreja Católica. Também participei de grupo de jovens dos vinte e sete aos vinte e nove anos. Com isto, fiz alguns estudos bíblicos durante a jornada. O que me auxiliou a entender como procedem as leis divinas. 

Na vida, aprendi que não devemos cobiçar as coisas alheias. Nem mesmo as mulheres que se oferecem e mentem que estão solteiras. Há uma cobrança feita em relação a tais atos. Mulheres que assim procedem também perdem bênçãos no plano divino. Por isto, me tornei guardião dos mandamentos e testemunha das pessoas que os observam ou desconsideram. Certo que há uma cobrança e conseqüência à transgressão. A piedade divina do Cristo é benção a quem se arrepende e renuncia o pecado. A remissão é a benção a quem pecou em algum momento. Contudo, a persistência no pecado coloca a alma em cheque. 

Portanto, temos escolha em que caminho seguir. Somos responsáveis pelas próprias atitudes. E teremos conseqüências frente aos atos. O Pai Divino é justo e o universo, implacável. Portanto, “afasta o teu caminho da mulher adúltera, e não te aproximes da porta da sua casa” (Provérbios 5:8). Pois enquanto alguns querem a mulher dos outros. Outros querem o carro, o trabalho, o dinheiro ou, até mesmo, a cabeça de alguns. Sempre haverá algum retorno, ou cobrança, a quem não desvia o pé do pecado. 

O certo é que há bons retornos às boas obras. Neste mundo, colhemos o que plantamos. Portanto, jamais faça, aos outros, o que não gostaria que lhe fizessem. A natureza cobrará cada transgressão e retribuirá cada boa obra. Eis a lei da ação e reação. “Conhece-te a ti mesmo a fim de aprimorar-te” (Sócrates). Ilumina-te e saberás aonde ir. Coloque as virtudes frente aos vícios. Os bons pensamentos frente aos maus. Os bons sentimentos frente o ódio, a inveja, a ira e a intolerância. Pois colheremos o que plantamos. O retorno é certo.

Saber o que queremos é o que determina o rumo à jornada. Quando sabemos o que queremos, nos detemos a praticar o bom combate. Dentre os espíritos que participam desta obra, há o consenso de que devemos observar os Mandamentos.  O trabalho dignifica o homem. O pecado envergonha. A remissão salva. 


segunda-feira, 22 de julho de 2019

Nas encruzilhadas




Durante muitos anos, encontrei nas encruzilhadas todo tipo de oferenda, despachos, encaminhamentos e pactos. Os tratos eram feitos, principalmente, na presença dos velhos. Ou preto velho, como costuma chamar-se nos trabalhos de religião. Contudo, encontrei também oferendas feitas por bruxas e outros magos. Nisto, detive-me em saber o que se tratava. Foi então que descobri que, desde guri, muitas macumbas foram feitas a mim.

Como não acreditava nestas coisas, e ainda questiono o poder de tais trabalhos, mantive-me despreocupado quanto ao possível efeito que trariam a minha vida. Descobri que a riqueza estava vinculada ao trabalho e desvinculada dos vícios assumidos. A sociedade tem preconceito quanto a quem fuma, bebe em excesso ou usa alguma substância química. Com razão, nenhuma empresa gostaria de ter o nome associado ao uso de drogas.

Assim, chamei o velho para conversar. A primeira coisa que me disse é que estava “tudo errado”.  Com isto resolvi abrir os trabalhos. Eu mesmo deveria completar a magia virando a mesa a meu favor. Alguns espíritos diziam que isto só era possível em duas situações. Ou se eu quisesse percorrer o caminho de volta. Ou se eu tinha créditos suficientes para dobrar os anos de vida. Então, resolvi seguir em frente. Colocando todo o trabalho nas mãos do Pai Universo. 

Sem saber realmente o que estava fazendo, consultei os Eguns e Exús. Os obsessores e os guias de luz. Descobrindo que o cigarro fora desassociado da riqueza. E o baseado, do sucesso. Este era o preço que se cobrava, na terra, pelos vícios assumidos. Certo que havia muitas pessoas que fumavam às escondidas. Contudo, este não era o meu caso. Sempre explicitei o uso mediante a sociedade. Jamais escondi isto de alguém.

Assim, já há algumas semanas longe do pó, reduzindo o baseado, cada vez mais, sem beber durante os dias de semana, apressei-me em completar o passo. Já estava na hora de seguir e dizer tchau à derrota do tabagismo, das drogas e do álcool em excesso. Queria, agora, mais trabalho, conhecimento, melhoras na forma física e saúde. O sucesso está vinculado ao trabalho. Sendo justamente esta a prioridade.

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Convictos


Certeza, confiança e convicção, são algumas palavras que definem o estado de espírito atual. Deveríamos fugir dos confrontos relacionais. Iniciando pela família. Pois nem tudo são mares de rosas. Há conflitos em cada âmbito. Por vezes, nos revoltamos quanto às atitudes alheias. Mas o certo é que o sucesso depende exclusivamente da persistência no trabalho. Ninguém é culpado ou vítima pelos desvios alheios.

Em paz com o plano espiritual, clamamos a interseção do Justo. Que assim pudéssemos proceder. Sendo justos no caminho que escolhemos. Sabendo que, por longos anos, fomos cobrados pelas faltas que cometemos. A piedade do Cristo estava longe do âmbito familiar. Embora Jesus tenha perdoado os arrependidos e os quais ressarcem danos. O caminho justo dos méritos que temos no trabalho, nos estudos e atividades diversas, também era colocado em jogo.

A família nem sempre é o sustentáculo das relações interpessoais. Nem sempre temos boas relações dentro da própria casa. Com isto, deveríamos mudar a forma como procedemos. Ser justo, na guerra ou na paz, era algo que está ao alcance. Mais que a tendência em defender os próprios filhos, o certo é defender que tem justiça. Portanto, jamais cobremos de alguém aquilo que não lhe demos antes. Salvo quando isto nos tenha custado em tempos anteriores.

Os espíritos presentes, guias, entidades, santos, orixás e entes familiares desencarnados, entravam, agora, em um consenso. Deveríamos lutar pelo que nos é de direito. Abrir caminho é o desafio que encontramos na jornada. Jamais deveríamos nos importar com quem se esquece de nós. Nem mesmo, nos preocupar com retornos ou revides. Sendo que Jesus perdoou cada falta na cruz.

É verdade que gostaríamos de formar nova família. Sem esquecer dos laços ancestrais. Mas trazendo junto cada anjo de luz que nos acompanha desde o nascimento. Assim como aqueles que se somam no caminho. Se merecemos o lugar ao Sol é questão que deveríamos repensar. Lutando, desbravando e perseverando, em cada território de interesse. Não éramos os únicos que usavam drogas. Mas somos os quais, após abusar deste plano, resolvemos mudar.