domingo, 8 de março de 2026

Juntos somos fortes

Quando religião e política se misturam, o real propósito inclusivo da religião se perde.

Cuidado em defender um ou outro partido: Muitos só pensam nos próprios objetivos.

Defenda sempre a democracia e o direito dos eleitos, em vez de um partido.

Assim nunca colocarei minha espiritualidade a serviço de um partido ou sem algum outro.

Sua posição política não é o que importa; mas fazer o que nos pediu Jesus Cristo Nosso Senhor.

Não importa se você é inter ou grêmio, cristão ou satanista, PP ou PT, nossa posição será sempre a de jogar junto em prol da inclusão, dos direitos humanos ou livre arbítrio.

Se você não pensa como eu, procure seus adversários ou concorrentes, em vez de me pagar gratuitamente, como aliado, o "inimigo".

Juntos somos fortes e seja o que Deus quer: Perdoem uns aos outros. Paz.

Com o Brasil

Um brasileiro que apoia Trump, mas é contra um bom governo ao presidente eleito pela democracia no Brasil, é um traidor da nação.

Eu não votei no Lula e não votei no Bolsonaro.  Naquela eleição votei em branco. 

Em contrapartida, ajudei a eleger o atual prefeito de Porto Alegre com um voto consciente.

Tudo indica que votarei em Eduardo Leite para presidente e Brizola no Estado.

Mas uma coisa é certa: Nunca darei privilégios sobre os interesses do Brasil a um presidente norte-americano frente ao brasileiro eleito, independente de quem ganhe as eleições em nosso país.

Trump avisou que quer as terras raras e outros recursos que são nossos.

Quanto à neutralidade ou à paz: Não participo de guerras que não são minhas.

Estou com o Brasil independente de quem ganhar as eleições.