ARISTOCRACIAS DO PODER .'.
No mundo paleolítico vigorava a lei do mais forte. Os líderes tribais impunham-se pela força bruta. No decorrer do processo social evolutivo, as hierarquias se deram por influências distintas. As lideranças eram estabelecidas por castas, linhagens ou clãs de descendência.
Com o desenvolvimento civilizatório, surgiram as leis reguladoras da sociedade. Emergindo as regras e contratos sociais. Possibilitando que os indivíduos se tornassem cidadãos com direitos e deveres pré-estabelecidos.
Com o desenvolvimento burguês emergiu a mobilidade entre as classes sociais. A vocação começou a determinar a profissão, mais que a origem familiar.
As Aristocracias (poder de alguns) continuaram existindo. De formas distintas que antes. O capital, assim como o conhecimento, ganharam status de poder. Surgindo a Aristocracia do Intelecto, a Aristocracia Política, a Aristocracia Mercantil, religiosa, cultural, artística, etc.
O mundo continua sendo governado pelos mais fortes. Sendo que, agora, a força (que me refiro) transcende a força física. Envolve formas diferentes de influência e poder.
INCLUSÃO SOCIAL .'.
Promover a inclusão social é o meio racional de romper com os modelos aristocráticos. Seja no mundo profissional, no mercado plural, nos empreendimentos e, até mesmo, no mundo do intelecto, da cultura e da arte.
É natural que exista resistência daqueles que esquentam as cadeiras do poder há mais tempo. Do poder político, religioso, intelectual ou mercadológico.
Além da meritocracia formal, ser paciente, dedicado e perseverante, inclui o pedido formal de 'licença', para que possamos ingressar nestes (e diversos mais) universos de interação.
JD
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