sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

O que virá depois do Ser Humano ?


Estava estudando a cibercultura esta tarde, no intervalo das atividades profissionais, e me fiz a seguinte pergunta:  O que virá depois do Homo Sapiens Sapiens ? A pergunta surgiu no contexto atual da sociedade da informação, da evolução tecnológica, da convergência midiática, da cibercultura e da inteligência coletiva. Num ambiente em que o conheicmento conectado e interativo faz do virtual, um complemento do real.

É notável que vivemos um período de transformações sociais, culturais e políticas. E principalmente no que diz respeito às relações entre os homens, o conhecimento e o universo. O ciberespaço surge como o complemento metafísico do ecossistema. O virtual se apresenta como o complemento fluídico do real. Encaixando-se um ao outro como corpo e alma.

As relações naturais do ambiente físico se virtualizam cada vez mais. O homem torna-se dependente da informação e da tecnologia como extensão de suas funcionalidades mecânicas e de raciocínio. O individuo comunga com o coletivo. E o coletivo mergulha no indivíduo. Então faço novamente a seguinte pergunta, a qual deixarei aberta para observações futuras: O que virá depois do Ser Humano ? Seria a tecnologia e a biomecânica aliada à mutação genética a continuação do homem ? O real se tornará cada vez mais virtual ao mesmo tempo em que o virtual se materializará ? Ainda não tenho as respostas. Mas ficam as perguntas.

J.P.D.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Focado no Novo Ano


Já em Porto Alegre, sinto o mundo girar mais rápido novamente. Tudo começa a se encaixar. Como se o universo estivesse reposicionando os astros no lugar certo. Depois de alguns dias na fronteira oeste, interior do estado, curtindo a família e os ares de minha terra natal, retorno à capital consciente de que os desafios serão ainda maiores daqui pra frente.

Hoje a tarde estava atravessando uma parte da cidade em um coletivo e comecei a pensar sobre o que escreveria no texto do dia. Lembrei da época de colégio, primeiro dia de aula, quando os professores pedem que façamos uma redação contando como passamos as férias. Ao mesmo tempo em que as expectativas estão voltadas ao futuro, tentarei aqui resgatar alguns momentos. 

A primeira situação, um tanto desconfortável apesar de prazerosa enquanto sucedeu, é o fato de que abusei das comilança, guloseimas, churrascos, lanches e tudo o que dá prazer enquanto comemos e desconforto quando estamos sobre a balança. Mas tudo bem. Inaugurei  programa digno de ser televisionado. Chamaria de 'Media incerta'. Algo do tipo, vale quanto pesa. Rodízio. Buffet Livre. Ou, como diria Santa Claus: 'All you can eat. HouHouHouHou'.

Apesar de todo o exagero, o passeio de dez dias e meio rendeu uma uma tentativa de manter a 'forma'. Em três tardes visitei a quadra de basquete da cidade. Dois dias fui a academia levantar peso. Em três tardes arrisquei umas braçadas na piscina. E na tarde de sábado jogamos futebol society em família. E diga-se de passagem: Atuação impecável do Blogueiro que aqui vos fala na posição 'pescador'. Digna dos velhos tempos de 'bola murcha'.

Outra situação interessante foi o fato de que levei meu guri de quatorze anos conhecer a noite. Fomos em duas baladas. É claro, como bom exemplo, tomamos apenas refrigerante, água mineral e red bull. Chegamos a ser fotografados por um site local onde as baladas são divulgadas. Seguindo a introdução do guri no contexto da vida adulta, passeamos com a mulherada pela cidade. Gastei um tanque de gasolina em uma semana apenas circulando.

Para completar, na noite de réveillon, há alguns minutos da meia noite, veio uma ventania. Estavamos no pátio ao ar livre entre familiares, então falei: 'Vai chover'. E na mesma hora começou a chuvarada. Boa parte cidade ficou as escuras. O que estou tentando entender até agora é o fato de que a casa de minha irmã, onde estávamos, era uma das poucas nas redondezas com energia elétrica na hora da virada. Imagino que tenha um gerador por ali. 

Apesar de toda diversão do 'feriadão' de fim de ano, meu pensamento estava todo o tempo voltado para o novo ano. O desafio de ser um bom aluno no mestrado e a possibilidade de abrir portas com esta oportunidade. As promessas de desenvolvimento pessoal no trabalho, na forma física, nos relacionamentos e nas mais diversas áreas possíveis. Enfim, tudo por um momento como este. De boas recordações e bons sentimento. 

J.P.D.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Feliz Ano Novo


Chegado o momento de encerrar o ano vigente e abrir o novo ano. Famílias reunidas em suas casas, mentalização positiva sobre os dias que vem pela frente. Um brinde de agradecimento ao ano que se encerra. Um brinde de expectativa ao ano que se inicia. Assim é todo final de ano. Promessas postas em jogo para que sejam cumpridas. Desafios postos no caminho para que sejam superados. Que este novo ano seja ainda melhor do que o ano que hoje se encerra. 

Progresso, desenvolvimento e superação são os votos de pazdornelles.com aos nossos leitores, parceiros e colaboradores. Feliz 2013 !

J.P.D. 

domingo, 30 de dezembro de 2012

Seguir o plano


Chegada esta época de celebrações, após uma breve retrospectiva do ano que passou, focamos nossos planos e objetivos para o ano que se inicia. Buscamos dar sequência e aprimorar aquilo que está dando certo, e corrigir ou eliminar aquilo que nos atrapalhava ou precisa de reformulações. Muitos recorrem às forças ocultas, simpatias, magias e crenças na esperança de que os próximos momentos sejam melhores do que os atuais. A verdade é que além dos caprichos do tempo e da conspiração dos astros, dependemos principalmente dos nossos esforços e atitude.

Estas e outras reflexões, seguidas de um planejamento racional, fazem parte da engrenagem da vida e do mundo em evolução. Colocamos na agenda aquilo que precisa ser feito. Aquilo que temos realizado da maneira correta e precisamos levar adiante. O que deixamos de fazer até então e precisa ser feito. além daquilo que precisa ser aprimorado ou corrigido. Dietas, estudos, trabalhos, atividades físicas, relacionamentos, enfim tudo o que move nosso dia-a-dia.

Neste momento precisamos ter em mente que o principal é saber onde estamos indo. Onde queremos chegar. Trilhar o caminho mentalmente antes de percorrê-lo. Planejar cada passo. Visualizar o horizonte a longo prazo ao mesmo tempo em que nos concentramos na caminhada passo a passo. Em todo este trajeto é tão importante curtir o caminho quanto chegar a algum lugar. Aproveitando cada momento e mantendo o foco no objetivo principal,  nas metas auxiliares e no que nos motiva. No mais é fazer o que for preciso da melhor forma possível. A cada ano. A cada dia. A cada hora. O universo nos dá esta oportunidade.

J.P.D.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

A Linha do Universo


Chegada esta época do ano tenho por costume visitar familiares próximos e parentes em minha terra natal. Assim como na Páscoa, e no meio do ano, nos reunimos para celebrar este momento sagrado. A família é mais do que meras linhas de pais e filhos, mães e filhas, avôs e netos, tios, primos e sobrinhos. A família é uma grande nação.

Nesta nação aprendemos os primeiros passos. A falar, a comer, a caminhar, a orar e amar. Porém sabemos que os filhos da nação devem ser criados para o mundo. Neste sentido, a linha do conhecimento, apesar de envolver os laços familiares fora do ambiente de pesquisa, vai muito além dos mais distintos graus de parentesco. Envolve todos aqueles que interagem na troca do conhecimento.

Assim como na família, na escola e no trabalho, em todo o universo estamos ligados através do papel que exercemos na sociedade. Independente de ser ele remunerado, reconhecido e prestigiado. Este papel se transmuta com o tempo. Por vezes, para a evolução prosseguir, é necessário um movimento de descida e subida daqueles que estão em cima e na base. E assim sucessivamente, incontáveis vezes, mantendo o equilíbrio. Desta forma, muito mais do que entrar no plano de um novo mundo, precisamos entrar dentro de nós mesmos. E lá dentro, encontrar a si próprio.

Neste sentido a maior herança que podemos deixar, não só para os nossos descendentes, mas principalmente para o mundo, é o exemplo de que entendemos e praticamos o livre arbítrio.  Preservando o direito de ir e vir de cada um. Conosco, sozinhos ou com quem desejarmos. Desde que respeitando os demais homo sapiens como iguais. Observando as leis do universo. E os limites que nos preservam no caminho certo.

Desta forma ter a consciência da liberdade e da dimensão do universo torna tudo o que existe no infinito parte de nossas relações. Se levarmos em consideração que cada homem na face da terra é filho Deus, expandimos assim a dimensão do grupo coletivo daqueles que temos como irmãos. Interligados pela inteligência coletiva e pelo fato de pertencermos à mesma espécie e da verdade que nos revela originários do mesmo criador.

Muito além de seguir a linha do DNA, a linha do universo nos permite a livre circulação e a expansão total e completa. Abrangendo assim outras áreas e explorando novos territórios. Fazendo dos astros, seres relativos ao nosso convívio. E do conhecimento, o nosso aliado. Isto tudo vai muito além do entendimento. É o que chamo de sabedoria do subconsciente.

Ter a noção de que todos juntos somos muito mais do que tudo o que conhecemos é o primeiro passo para ingressar no próprio subconsciente através da plena consciência. Assim descobrimos que cada ser vivo, cada elemento da natureza comporta-se como nosso interagente interativo. A linha do universo é muito maior do que qualquer uma em que se pudesse excluir algo ou alguém. A linha do universo é inclusiva. E neste universo infinito nos incluímos quando pela ciência tomamos a sábia escolha de entender estes e outros segredos do cosmos infinito eterno e do conhecimento onipresente.

J.P.D.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Na hora certa


Há mais de dois anos passei uma temporada rápida na Inglaterra. Estive em Cambridge para   estudar inglês em pleno inverno europeu. Na ocasião aproveitei para visitar a Escócia, Roma, Vaticano e Paris. Durante a expedição à Londres, adquiri um livro que se encontrava entre os mais vendidos da época. 'The rules of work'. Ou, 'Regras do trabalho' em português. Livro que somente agora me detive a ler com atenção.

Apesar de ter lido mais de trinta livros sobre tecnologias, mídias sociais, jornalismo, comunicação e educação, além de dezenas de artigos neste intervalo de tempo, somente agora chego ao final da leitura do livro adquirido em Londres. Isto mostra que há hora certa pra tudo que fazemos durante a jornada.

O livro em questão aborda procedimentos que o trabalhador deve ter no exercício do trabalho. Como proceder em relação as atividades, normas, colegas, chefes e todo tipo de interação humana, burocrática ou tecnológica. 

No início do livro o autor fala que o leitor deveria guardar em segredo a leitura de sua obra. Deveria fazer uma leitura secreta. Uma espécie de 'crença' apoiando o significado daquela expressão que diz: 'O segredo é a alma do negócio'. Apesar do livro falar sobre regras, quebro aqui então esta regra básica e sugiro aos leitores deste blog a leitura do livro de Richard Templar.

Assim como no trabalho, em todos os outros espaços de interação existem normas e regras a serem observadas no sentido da boa conduta. Na escola, na família, entre amigos, nos relacionamentos conjugais, enfim, em toda relação precisamos observar direitos e deveres, respeitar limites e cumprir regras.

Neste sentido acredito que tenho observado as regras básicas do universo, principalmente aquela que diz que 'há tempo pra tudo debaixo do céu'. Ler o livro neste momento tem sido mais interessante do que se tivesse lido na época em que encontrei nas prateleiras de uma livraria da capital inglesa. Muitas regras presentes no livro podem auxiliar o trabalhador do século vinte e um a alcançar o reconhecimento que necessita e deseja.

Apesar da quantidade e qualidade das dicas colocadas no livro, algo me diz que quebrar as regras às vezes é tão importante quanto segui-las. Porém, até para quebrar as regras, existem regras. Tudo ao seu tempo. Cada passo à sua hora. Entre conhecer, entender e seguir as regras ou quebrá-las, precisamos entender que para tudo há um momento certo. Pois de fato, há tempo pra tudo e tudo procede na hora certa.

J.P.D.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Dependência Midiática


Como é de se perceber, fiquei alguns dias afastado da interação virtual. Desde quinta-feira, devido a um temporal em Porto Alegre, fiquei longe da conexão midiática. Alguns dias antes precisei formatar mais uma vez meu desktop. Devido a estes e outros contratempos descubro que estou viciado na tecnologia. E mais do que isso, sou dependente dela.

Na tarde de sexta-feira me ocupei de organizar e limpar a casa, desgelar a geladeira e arrumar as malas para viajar logo no sábado pela manhã. O rumo, o mesmo de todo fim de ano. Passar as festas de Natal e Ano Novo com a família. Apesar de me ocupar com estas atividades confesso que sofri com a crise de abstinência do Facebook, messenger e outras redes que utilizo com frequência.

Sim, somos dependentes das tecnologias. 'Eu, você e todos nós'. Impossível viver longe da eletricidade, dos aparelhos de televisão, do telefone e outras ferramentas que fazem parte de nossas vidas há um bom tempo. Mas, mudando de assunto e seguindo no tema, cada vez fico mais indignado como os serviços de internet banda larga disponíveis no mercado.

Em meu apartamento utilizo internet via rádio. O serviço é consideravelmente bom comparando-se com a conexão dial up de dez anos atrás. Mas deixa muito a desejar em relação aos serviços oferecidos pelas companhias de telefonia e serviços combo da televisão a cabo. Minha situação é difícil, pois no quarteirão que moro, em pleno centro da capital gaúcha, não há cobertura da Net. De outro lado, nem Oi, nem GVT, fazem instalação interna dos cabos do modem. Falo no sentido de puxar uma extensão da sala para o quarto onde se encontra o desktop. Para completar o sinal da conexão 3G onde moro é muito baixo.

Fugindo um pouco do papel de cidadão que reclama por um mundo melhor, e incorporando o espírito do indivíduo privilegiado que se encontra na faixa dos brasileiros com acesso a internet, me resta agradecer por estar hoje aqui postando este texto. De outro lado, sigo firme na posição de que estes e outros serviços precisam ser melhorados.

Após sofrer com a abstinência midiática de quinta e sexta, sábado precisei aguentar mais um dia longe das telas do desktop. Um dia todo viajando. Com o trânsito afogado pelo excessivo movimento desta época, levei cinco horas de ônibus de Porto Alegre até Santa Maria onde peguei meu filho. E mais cinco horas e meia entre Santa Maria e São Borja. Apesar de conectar pelo tablet no caminho onde havia sinal 3G, confesso ainda estar em período de adaptação a este tipo de tecnologia.

Apesar da formatação indesejada, todos os transtornos com instalação de softwares e sistema operacional, seguidos de três dias sem aceso à internet, estou contente por estar aqui hoje postando este texto. E isto tudo mostra que há dias bons e dias não tão bons. E que dentre os dias difíceis, a melhor solução é manter a calma e ter a consciência de que 'nada melhor do que um dia após o outro'.

J.P.D.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Conectados e Interativos


Na era da convergência midiática, da interação total e da conexão onipresente, estamos cada vez mais conectados uns aos outros e com o mundo. Num ambiente de crescente visibilidade e interesse do público pela vida privada. A exposição das intimidades cresce no ciberespaço. Ao mesmo tempo que a produção colaborativa nos coloca cada vez mais próximos da construção da inteligência artificial. 

A inteligência coletiva vem sendo construída a cada postagem. Seja nos grandes portais, nos sites pessoais ou nas mídias sociais. A interatividade impulsionada pelo desenvolvimento tecnológico apoiado sobre as novas tecnologias, globaliza o alcance da comunicação de muitos para muitos. Com maior participação, os públicos interagem em comunidades temáticas e grupos de interesse através de seus dispositivos móveis. Produzindo e compartilhando conteúdos.

As tribos interconectadas comungam através da rede. Enquanto a rede agem como uma alma úncia onde o 'sou' deu lugar ao 'somos'. Surgem a cada dia mais e mais canais alternativos. Num ambiente em que todos podem acessar tudo a partir de um simples click. O imaginário ganha dimensões maiores mixando a ficção com a realidade, produzindo assim novas subjetividades.  E estes novos modos de ver e viver no mundo ganham a cada dia novos seguidores. Impossível fugir desta comunhão tecnológica da conexão onipresente e da interatividade mediada total. A cada dia somos mais 'nós conosco'. Cada vez mais conectados e interativos.

J.P.D.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Ler é cultura


O blog pazdornelles.com incentiva a leitura. Pois ler é cultura. Leia e abra seus horizontes para o novo. Recomende nosso site para seus amigos. Compartilhe nas Mídias Sociais. E desfrute com prazer a boa leitura. 

J.P.D.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Evoluir ao praticar



Quando realizamos uma atividade física, ou intelectual, por várias vezes desenvolvemos o que chama-se de 'prática'. Em quase tudo, a prática melhora o desempenho e a performance. É assim na educação, nas atividades profissionais, nas atividades físicas e em muitas outras áreas.

Quinta-feira, ao chegar em casa no fim da tarde, percebi que o computador estava com vírus. Primeiramente tentei combater a invasão da máquina utilizando antivírus e anti-spyware. Porém a única solução que encontrei para resolver o problema foi a formatação do sistema. A quinta formatação que fiz neste ano na mesma máquina. Desta vez, percebi que realizei os backups e a instalação dos softwares com maior facilidade e velocidade.

A melhora no desempenho da formatação e na instalação dos programas ocorreu devido ao fato de já ter feito a mesma atividade inúmeras outras vezes. Lembro que na primeira vez, que precisei formatar o computador, fiquei uma semana baixando e instalando os programas. Aprendi, de lá pra cá, a sempre fazer backup e ter os principais softwares e drivers em CD ou Pen drive.

Do mesmo modo, como procede nos conhecimentos relativos à informática, procede também em inúmeros outros campos. Fazer aquele prato no almoço, configurar aquele drink especial, formatar um novo treino de academia, encontrar o caminho ideal no louco trânsito das grandes cidades, assim como entender as pessoas nos bons e maus momentos de cada um .Enfim, tudo isto é questão de prática.

Porém há situações em que a prática requer renovação metodológica. Quando insistimos em técnicas já esgotadas e na forma 'provável' de olhar o mundo, precisamos adicionar elementos novos, de preferência que se diferenciem do padrão conhecido, para encontrar e criar novos caminhos. Nestes momentos nos salvamos quando criamos o novo renovando assim a motivação. Incrementando.  Improvisando. Reinventado. Recriando.

De algum modo, para aquelas atividades que a performance se desenvolve com a prática, podemos dizer que a tendência é a evolução. A primeira impressão que o desempenho humano pode demostrar frente a uma atividade habitual ou novo desafio pode impressionar além da conta ou deixar a desejar no primeiro momento. Independente de irmos além das expectativas ou encontrarmos alguma dificuldade fora natural de percurso é importante termos em mente que podemos melhorar com a prática.

Em cada fase de nossas vidas precisamos encontrar o ritmo ideal para alcançar a performance desejada. É certo que um atleta de setenta anos precisa ter uma forma diferenciada de praticar sua atividade física favorita em relação a um atleta de trinta anos. De qualquer forma, ambos podem melhorar coma a prática respeitando os limites do corpo. O que importa é que, seja física, intelectual ou até mesmo 'espiritual', temos a capacidade de evoluir enquanto praticarmos.

J.P.D.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Alinhados ao Universo


Desde o filme '2012', há dois anos, começou a surgir inúmeros sites falando sobre as profecias Maias. Sobretudo no que se refere a um alinhamento planetário marcado para o dia 21/12/12. Em torno de tal alinhamento e da profecia começaram a surgir inúmeros mitos a respeito o tema.

Hoje, uma semana antes, resolvi vasculhar a web para ver o que os interessados no assunto estão falando sobre o tema. No Facebook encontrei inúmeros grupos. No Google, vários fóruns de discussão, sites e comunidades. E fiquei um tanto espantado.

Há uma grande quantidade de internautas que acreditam sim que estaríamos perto do Apocalipse. De outro lado também encontrei inúmeras páginas abordando o temo com uma certa dose de humor. Como todos alegam, e como lembramos, ouvimos falar do fim do mundo desde a criação da vida na Terra. E como sabemos o mundo segue existindo.

Apesar dos dados técnicos e científicos sobre tal alinhamento, fique tranquilo e tenha certeza de que seguiremos vivos. A maior parte do que se fala por aí é criação do imaginário de um grupo específico  movido pelo fanatismo profético

Na grande maioria dos grupos de discussão sobre o tema fala-se em um novo começo. Independente do grau de fantasia que existe por trás disso tudo, é interessante que aproveitemos o 'gancho' para que busquemos um alinhamento maior entre o nosso universo com o infinito.

De outro lado tenhamos certeza de que novas profecias surgirão. E que velhos mitos retornarão à cena. A humanidade seguirá interessada por estes e outros temas que mexem com a imaginação. O fim. O começo. De onde vivemos. Para onde vamos. O que fazemos aqui. Se há vida além da vida. E se há vida em outros planetas. Estas perguntas seguirão sendo feitas até que sejam respondidas.

Ainda sobre o alinhamento marcado para a próxima sexta-feira, dentro da abordagem do tema direcionado à questão do 'novo começo', o importante é termos a consciência de que todo dia há uma nova oportunidade de direcionar-mo-nos  ao novo, ao certo e ao caminho do bem. Incorporando virtudes e experiências ao nosso ser. Estejamos alinhados com os céus. E que este momento seja o início de uma longa jornada de desenvolvimento.

J.P.D.