quarta-feira, 13 de março de 2013

Em sintonia


Prestando um pouco mais de atenção na magia do viver, percebemos que alguns homens compreendem melhor os segredos do cosmos. A aprendizagem do bom viver engloba o entendimento do fluxo energético entre o universo, o homem e a natureza. Quando percebemos e compreendemos estes segredos, intensificamos nossa parte nos interesses dos astros que regem o céu. Portanto precisamos entender também qual a nossa parte no contrato social.

Conforme coloca Renato Ortiz no artigo ‘La polissemia de las palabras’: “El saber se emancipa de la transcendência divina y prescinde de las interpretaciones religiosas para la comprensión del mundo”. Neste contexto o homem começa a ter maior parte e influência nos planos do céu quando adquire o saber e o entendimento sobre sua missão neste mundo.

De acordo com Ortiz: “Se postula la existência de um hombre guiado por la razón (él es capaz de salir del estado de la tutela) y um conjunto de valores através de los cuales él actúa em el mundo: espiritu de libertad, uso público de la razón, responsabilidade”. Deste modo a natureza humana, associada aos valores morais e políticos, possibilita a realização filosoficamente necessária.

Desta forma, o homem dotado da consciência, e sobre a regência da razão, toma posse de si mesmo. Tendo o conhecimento de sua parte neste plano, e de sua missão no mundo, interage de maneira mais efetiva nos planos do universo. Então a magia procede.

A alquimia que coloca o homem a serviço do universo, coloca, da mesma forma, o universo a serviço do homem. Uma relação de mutualismo plena.  Assim sendo, quanto mais nos adaptamos aos interesses dos astros, mais espaço construímos aos nossos interesses. E quando ambos estamos em sintonia, tudo é possível. Participemos então desta interação com compromisso e responsabilidade para que possamos interagir, da melhor forma, com o universo.

J.P.D.

terça-feira, 12 de março de 2013

Aprendizagem !


Dentre as disciplinas do Mestrado em Comunicação faço uma disciplina da Faculdade de Educação chamada Metodologia do Ensino Superior. Na bibliografia desta aula encontrei ali nosso velho amigo Paulo Freire. Tratei logo de consultar os textos após a aula. E fiquei surpreso, pois, mesmo em uma publicação com quase três décadas, encontrei nos textos, ideias super atuais; Comprovando mais uma vez que Freire estava à frente do seu tempo.

Freire coloca, dentre outras coisas, a filosofia do ensino libertador. Um ensino voltado à participação do aluno. Apoiado na construção coletiva do saber. Partindo da interação intra e extra classe. Interdisciplinaridade. E abordagem de temas comuns em nosso dia-a-dia.

No Livro ‘Medo e Ousadia – Cotidiano do professor’, Paulo Freire , junto de Ira Shor, debate a renovação das técnicas de ensino. Defende a ideia de que o professor deve trazer à aula, temas atuais do cotidiano. Debatendo posicionamentos políticos, valores morais e éticos.

Os autores colocam que a construção do saber do professor não é isolado da construção do saber do aluno. Pelo contrário; Ambas as construções se dão em paralelo. Nas palavras de Freire: "O professor, portanto, não é o ponto final do desenvolvimento que os estudantes devem alcançar. Os estudantes não são uma frota de barcos tentando alcançar o professor que já terminou e os espera na praia. O professor também é um dos barcos da frota”.

No mesmo sentido Paulo ainda coloca que “a educação libertadora é, fundamentalmente, uma situação na qual tanto os professores como os alunos devem ser os que aprendem; devem ser sujeitos cognitivos, apesar de serem diferentes”. Neste contexto podemos dizer que o professor, tão quanto os alunos, aprende quando compartilha o conhecimento. Sendo o ensino uma forma de aprendizagem.

J.P.D.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Convergência e conexão


A partir do desenvolvimento tecnológico das tecnologias de interação virtual e da convergência midiática, tornou-se comum vivermos em plena conexão. Enquanto andamos de coletivo, podemos acompanhar, da tela do Smartfone, nossos movimentos monitorados via gps. Porém em se tratando da evolução tecnológica, só podemos ter uma noção sobre aonde estamos indo, se tivermos uma noção de onde viemos.

A evolução tecnológica é visível. Podemos citar um exemplo prático. Das eletrolas ao vinil, seguidos do rádio, o tape, a fita K7, o VHS, o Mini disk, o CD, o DVD, o MP3, Blue ray e outras mídias mais. Estes são exemplos de tecnologias que foram sendo desenvolvidas no intuito de ir substituindo, com o tempo, as anteriores. Tudo isto mostra o sentido natural da evolução tecnológica. Neste exemplo, pelo menos no que se refere a áudio e vídeo, percebemos ser a Mobilidade, assim como a capacidade de armazenamento e a portabilidade, as principais características incorporadas no processo evolutivo.

O ícone de sucesso que o Ipod se tornou na década passada, um dia ocorreu com o rádio portátil e o walk man. Assim também ocorre com os computadores e com a telefonia. Convergindo juntamente com outras tecnologias em aparelhos cada vez menores e mais complexos. Integrando, o acesso à web, à gravação de vídeos, fotos, áudios, funções de agenda eletrônica e muito mais.

O certo é que partimos de grandes máquinas para máquinas cada vez mais compactas e completas. E tudo indica que tais dispositivos em breve serão integrados ao corpo biológico humano. Aquilo que temos hoje como extensões externas, serão, em um futuro próximo, próteses anexadas ao homem.

Contudo a tecnologia ainda depende do homem, que por sua vez depende cada vez mais da tecnologia. Há quem diga que em breve a tecnologia será capaz de se autoduplicar. Ocupando o lugar de sucessão do homem na escala evolutiva. Porém ainda há um caminho a ser percorrido para que possamos pensar bem a respeito do assunto. Hoje resta-nos buscar uma integração maior à convergência midiática tecnológica. Estejamos conectados.

J.P.D.

domingo, 10 de março de 2013

Siga em frente


Na busca dos objetivos pessoais e profissionais nos deparamos com as fórmulas de sucesso das pessoas que alcançaram suas metas pessoais e profissionais. Dentre tantos sonhos o maior dos objetivos segue sendo a felicidade. Se de um lado o marketing nos ensina que precisamos ter um planejamento definido, com metas concretas a curto, médio e longo prazo, filósofos da era moderna nos colocam que o segredo da felicidade é curtir cada passo dado à frente como um avanço. E consequentemente uma conquista.

Está mais do que provado que planejar os objetivos e colocá-los no papel facilita que os mesmos sejam alcançados. Assim como estudar o ambiente e a própria força de investimentos. Mais do que mensurar oportunidades e minimizar ameaças. Aproveitar forças e sanar fraquezas. É preciso encontrar um meio de integrar nossos desejos ao que o mundo tem a nos oferecer. Como uma moeda de troca entre o que temos a oferecer e o que desejamos. Quando o que temos a oferecer se enquadra nas necessidades do mercado, e o mercado tem pra nós aquilo que desejamos, ocorre então o intercâmbio de forças.

Apesar de toda metodologia em prol do alcance do desenvolvimento, a felicidade parece ter uma fração de independência das metas quantitativas. A felicidade está no modo como encaramos cada situação. Portanto é preciso ter paciência em relação ao alcance dos resultados importantes em nossa jornada. Isso se quisermos ser felizes durante a caminhada. O que sempre foi, e sempre será, mais prazeroso do que deixar pra ser feliz exclusivamente no ponto de chegada. Dentro das expecttivas, pegue leve com as exigências. E siga em frente.

J.P.D.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Fotos de Porto Alegre

Clique na imagem pra entrar na página

Aproveito a postagem do dia pra convidar os leitores a curtir a página 'Fotos de Porto Alegre'. A página existe desde janeiro e é uma tentativa de possibilitar que o internauta faça uma viagem pelos mais distintos locais da cidades. Possibilitando também que você encontre seus amigos nas fotos. E a partir deste fim de semana você também pode compartilhar o seu álbum. Entre na nossa página e saiba maiores detalhes. Curta a Fanpage e participe com a gente. 

J.P.D.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Manter as portas abertas


Acerca de assuntos que insisto tocar com frequência circula um rol de interesses afins. Os leitores mais antigos deste blog testemunham, de tempos em tempos, iniciativas de minha parte em debater temas referentes ao desenvolvimento pessoal e profissional. E como de costume, coloco que todo e qualquer desenvolvimento parte de um desejo e de uma consequente atitude condizente a tais objetivos. Neste sentido tenho percebido algumas virtudes que podem ajudar a manter as portas abertas.

Em primeiro lugar. Somos nós os responsáveis pelos avanços em nossa caminhada. Ao mesmo tempo em que toda ajuda é bem vinda, precisamos entender que são as nossas atitudes que podem abrir caminho ao sucesso. É a maneira como agimos e interagimos na sociedade que pode fazer com que as portas permaneçam abertas ao nosso avanço.

É preciso acima de tudo ter comprometimento com metas e objetivos. Capacitar-se constantemente. Correr atrás do conhecimento que pode ser transformado em oportunidade. Porém é preciso ir além da aquisição do conhecimento técnico. O principal diferencial do profissional de valor é a capacidade de lidar com pessoas. Gentileza, educação e simpatia, aliadas ao profissionalismo, alimentam o marketing pessoal.

O mesmo serve para o bom pai, o bom irmão, o bom filho, o bom marido e o amigo confiável. A capacidade de entender e lidar com as pessoas é um diferencial determinante nos dias de hoje. Precisamos uns dos outros. Quanto mais aliados tivermos, melhor. Quanto mais conselheiros tivermos, melhor. Precisamos de cada aliado, cliente ou amigo em potencial. O homem inteligente busca alianças. 

Outra característica que tenho observado nos homens de sucesso é a capacidade de multiplicar os respectivos ganhos e reparti-los com aqueles que lutam do mesmo lado ou contribuem de algum modo às conquistas da causa que defendem. E assim devemos proceder se quisermos chegar a algum lugar. Manter-se no caminho certo é manter as portas abertas.

J.P.D.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Carta aos leitores


Estava a pouco olhando o telejornal enquanto participava comigo mesmo de um monólogo interior fazendo uma autocrítica sobre o conteúdo deste blog. E após ter percebido que tenho evitado seguir o fluxo da maré, notei que neste sentido faço uma tentativa de tocar em outros assuntos.

Enquanto falo sobre os filósofos clássicos, tecnologia, religião e alquimia, a grande maioria dos blogs fala sobre os temas que estão sendo noticiados nos grandes veículos de comunicação. Como a renúncia do papa, os filmes ganhadores do Óscar, as obras da copa, a visita de Yoani Sánchez ao Brasil, as piadas de Raul Castro e o impacto da morte de Hugo Chavez. Apesar de serem todos assuntos relevantes e atuais, confesso que me sinto movido por temas relacionados aos assuntos que venho estudando.

Tenho desempenhado um papel singular como pesquisador e me sinto mobilizado pelos temas que movem e motivam meus estudos. Acredito que tais temas precisam ser debatidos de forma aberta. E não apenas nas universidades e centros acadêmicos de pesquisa. Desta forma seguirei buscando uma forma alternativa de tratar de assuntos que muitas vezes são ocultados do público. Ao invés de 'chover no molhado' e falar sobre 'a bola da vez', a intenção aqui é abordar temas alternativos e de noticiabilidade atemporal. 

No mais me resta desejar os sentimentos aos venezuelanos. Os parabéns aos ganhadores do Óscar, lembrando que Django é um filmaço. E 007 lembra o James Bond dos anos oitenta. Assisti e recomendo ambos. De outra forma acredito que a eleição do novo Papa pode indicar uma renovação da igreja. Ao mesmo tempo em que imagino que o Ex Papa Bento XVI não irá se ausentar por completo. Influindo de algum modo no cristianismo católico. 

Parabenizo aos blogueiros que tocam de forma alternativa nos temas de alta noticiabilidade. De fato o que é noticiado no ciberespaço tem muito a acrescentar ao que é noticiado na mídia tradicional. Aproveito também pra dizer que retirei a postagem sobre a tragédia de Santa Maria pois prefiro postar aqui temas alegres; Apesar de até hoje sentir pelos jovens que descansaram naquele domingo. Maiores críticas e sugestões entrem em contato e terei o prazer de interagir convosco.

J.P.D.

terça-feira, 5 de março de 2013

Web Religion


Com a massificação das tecnologias virtuais, a web vem se tornando a 'hóstia' da comunhão do terceiro milênio. Milhões de pessoas conectadas chorando e rindo ao mesmo tempo, impulsionadas pela informação veiculada na rede. É como rezar a mesma prece em uma só voz. Neste contexto surge a velha cilada de entrar nos boatos da mídia, cometendo o erro usual de seguir o senso comum sem antes averiguar a veracidade da informação. Em um tempo em que é cada vez mais raro encontrar quem pense com as próprias ideias.

Se a religião coloca que 'com a multidão de conselheiros se faz a boa guerra', de outro lado, seguir a maré pode ser um risco. Muitas informações veiculadas na web são irreais. É preciso ser precavido em relação ao que consumimos na internet. De outra forma é indiscutível o fato de que a internet é uma fonte de dados variada, completa e complexa. Porém precisamos saber garimpar o que é verdadeiro nesta mina de ouro.

A internet é mais do que um canal de interação onde a comunicação mediada pelos dispositivos eletrônicos se desenvolve. É um espaço de debates; De diálogo; De comércio; De colaboração; De trocas... Um, centro de eventos onde confraternizamos, trabalhamos, aprendemos, interagimos e comungamos. E neste ambiente se mostra necessária a capacidade de raciocinar, desenvolver e construir a partir das próprias ideias. A comunhão é benéfica desde que se evite seguir cegamente o senso comum. Cada vez mais se faz necessário o discernimento.

J.P.D.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Personificação Mitológica do Cosmos


Seguindo as considerações acerca da importância social e psicológica das religiões, e lembrando Freud, podemos dizer que as crenças surgem como uma forma de defender o homem da natureza. Ao mesmo tempo em que busca reconciliá-lo e uni-lo às forças do cosmos, comungar assim com as mais distintas personificações do universo.

A mitologia busca, em parte, identificar na natureza forças que podem ser personificadas como manifestações divinas. E posteriormente, no próprio homem. Assim tens sido feito há milênios em relação aos astros (estrelas, planetas, luas), com plantas e animais, com os fenômenos meteorológicos (raio, trovão, chuva, vendo, tempestade, arco-íris), com os elementos da natureza (fogo, terra, água e ar) e muito mais.

À medida que o homem identifica características místicas em cada manifestação natural e as interpreta como divinas, posteriormente personificando-as, se torna admissível incorporar tal espírito (característica sobrenatural espiritual ou psicológica) à identidade humana.

Freud coloca este fenômeno como a humanização da natureza. O mundo que cada um vive. Dentro do universo que cada um é. Algo tão grande dentro de algo tão pequeno. Assim sendo o homem busca conciliar-se com o céu e a terra. Na tentativa de sintonizar-se ao equilíbrio universal.

Toda esta comunhão se dá a partir da percepção, do entendimento e da sensibilidade. Ao percebermos e entendermos, sentimos. Quando Descartes falou a ilustre frase: 'Penso, logo existo', certamente tenha suprimido outras considerações semelhantes, tais como: 'Percebo, logo existo', 'Entendo, logo existo' e 'Sinto, logo existo'. Deste modo, faço delas, minhas citações.

O importante é ter em mente que o 'religare' busca a comunhão entre o humano e o divino. A matéria e o espectro. O que é conhecido e o que é desconhecido. O visível e o invisível. O explicável e o inexplicável. O palpável e o intangível. Aquilo que a ciência pode comprovar, e aquilo que somente a fé relatar. 

Assim os mitos têm colocado em interação o homem, a natureza e o cosmos. Dando vida ao imaginário ao transcender o real. Astros, luzes, flores e feras. Tudo o que existe no mundo exterior vive também no coração e na mente do homem. O ‘pensar’ e o ‘sentir’ humanos são causa e efeito do pensar e do sentir da alma do universo infinito (e vice versa). Nós e o infinito, somos um. Basta perceber, entender e sentir.

J.P.D.

sábado, 2 de março de 2013

O Homem Virtuoso


Quando atingimos a maturidade, desenvolvemos um processo constante de reformulação de princípios, valores e crenças. Muitas teorias são abandonadas enquanto outras são incorporadas e colocadas em prática. A vida é, sem dúvida nenhuma, um laboratório onde fazemos a experiência da criação e recriação constante do ser.

A medida que crescemos, solidificamos valores. Revitalizamos princípios que antes nos foram passados, e posteriormente, por nós, foram vivenciados e comprovados. Teorias e hipóteses comprovadas e postas em prática. Está tudo no tubo de ensaio. E a cada experiência aprendemos e descobrimos um pouco mais sobre nossa origem. O que possibilita entender o nosso estado atual. Prever e programar o destino de cada passo.

De algum modo, o fortalecimento do superego, ou 'super eu', se dá de forma sólida à medida  que dominamos os 'impulsos da carne'. Tudo isso ocorre ao mesmo tempo em que construímos e constituímos os valores morais e sociais. A única certeza neste sentido é que libertar-se de velhas crenças e vícios se faz necessário à legitimação do homem virtuoso.

J.P.D.

sexta-feira, 1 de março de 2013

A religião como politica social


Durante todo o percurso da existência me deparo, de tempos em tempos, com crenças e filosofias religiosas. Tenho percebido que, independente da versão que cada uma das religiões dá em relação ao caminho divino e sobre como devemos proceder a fim de comungar com o poder superior, todas elas funcionam como fator motivacional na caminhada dos indivíduos. 

Freud, o pai da psicanálise, buscou através de conceitos, como aqueles que versam sobre a existência do id, ego e superego, formatar uma versão psicanalítica da religião como influenciadora do inconsciente e do subconsciente. A psicanálise, assim como a religião, segundo Freud possibilita a libertação dos fantasmas que influenciam as escolhas humanas. 

Seguindo esta linha de raciocínio, podemos dizer que a religião, ao tentar conceituar aquilo que não tem explicação científica, tenta aliviar os anseios humanos em relação às reflexões existenciais frequentemente vividas por nós. Sobre qual é a real origem do universo e do homem; Qual a verdadeira missão de cada um; E sobre a formatação da imagem que devemos ter em relação ao ser supremo. Aquele que está à cima de tudo e todos comandando o universo.

A grande maioria das religiões tenta também apoiar o desenvolvimento de virtudes e valores morais. Trazer motivação e esperança em relação ao futuro. Dando um sentido ao viver. Atuando como fator terapêutico à medida que ampara as inquietações humanas. Estimulando a permanência dos indivíduos em um caminho reto. Influenciando, a sociedade, de forma política.

Desta forma as religiões ganham força entre os homens. Ajudam de algum modo a construir o caráter. De outra forma, as religiões garantem uma espécie de controle social. E uma contenção de instintos. Amparando o homem frente às questões que o inquieta. Enfim, as religiões tem um papel regulador, motivacional e de sustentação dos princípios virtuosos percebidos pelo próprio homem. Atuando assim como uma forma de política social. Onde o próprio homem busca, durante toda a existência, 'religar-se' ao que ele próprio tem como sendo o ser supremo.

J.P.D.