quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Sintonizando .'.


ESCOLHAS .'.

Há momentos, na jornada, que precisamos fazer escolhas determinantes. O que traremos conosco, e o que guardaremos na memória, na vivência e na experiência. Quais lembranças cairão no esquecimento. Lugares e pessoas que nunca mais vimos, nem ouvimos falar. As boas, e as 'nem tão boas', lembranças. Escolhemos quem ter ao nosso lado. Ao que se dedicar. Que causas movem a luta. Que metas almejamos mensurar. Que bandeiras nos denominam. Buscamos o que nos completa. Com diferenças, semelhanças e afinidades. Somando esforços ao caminho que nos move ao progresso .'. 

BANDEIRAS E CAUSAS .'.

Cada caminho é movido por uma causa. Ou pela ausência dela. Ou nos concentramos nos objetivos concretos. Ou esquecemos tudo e vivemos o momento. O equilíbrio existe quando ambos os procedimentos comungam em sintonia. Quando nos divertimos no campo de batalha. Quando o lazer se encontra no trabalho. Quanto existem bons momentos na missão .'. 

J.P.D.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Trabalhador .'.


Há uma distorção conceitual da sentença "O trabalho dignifica o homem" .'.

Por vezes confundido com auto-sustento, lucratividade ou ganhos materiais. O que é uma mera consequência do trabalho remunerado. Diferentemente dos trabalhos voluntários, obrigatórios, sentenciais, sociais, de caridade, para si mesmo ou religiosos .'.

Trabalho, conforme o dicionário, significa: "Ato ou efeito de trabalhar; Exercício material ou intelectual para fazer ou conseguir alguma coisa; Ocupação em alguma obra ou ministério. Esforço, labutação, lida, luta. Aplicação da atividade humana a qualquer exercício de caráter físico ou intelectual. Ação pelo qual o homem atua, de acordo com certas normas sociais, sobre uma matéria, a fim de transformá-la. A própria obra que se compõe ou faz. Obra literária ou artística. Filosofia, alquimia ou magia. Empreendimentos. Etc." .'.

Neste contexto, existem realidades inversas. O homem que trabalha e ainda carece de independência financeira, fruto de seus esforços. De outro modo, o homem que foi indenizado, recebeu um herança, vive de rendas ou da exploração ilegal do trabalho dos outros .'.

Neste sentido, é trabalhador aquele que esta focado em produzir algo, ou atingir determinado objetivo, através dos próprios esforços. Cumprindo horários, atividades e cronogramas. Seja qual forem os ganhos, ou a fonte, do respectivo sustento .'. 

J.P.D.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Família .'. Base social ao progresso .'.


A construção dos valores sociais, morais e éticos (capazes de transformar, o indivíduo, em cidadão), se inicia na família; Passando pela escola, pela religião e pelo ambiente profissional. Com influência periférica dos ambientes recreativos. É nos pais, e familiares próximos,  que os filhos se identificam em um primeiro momento. Sendo, tal influência, determinante, na formação da personalidade construída na infância .'.

Intelectualizar (na técnica, na virtude e na moral) a sociedade, e promover a inclusão social do povo, requer valorizar a família (escola e ambiente religioso) como instituição base ao progresso. Construir um mundo melhor, solicita (roga, suplica, exige) valorizar a instituição familiar .'. 

Um limoeiro produz limões; Uma laranjeira produz laranjas; Uma macieira produz maçãs. Neste contexto, a família que valoriza o estudo, o trabalho, o esporte, a cultura e a prática religiosa, certamente, influenciará, os respectivos filhos, a caminhos semelhantes. No fluxo, somamos, à influência familiar, a escola, os ambientes profissionais, as religiões e os canais de comunicação, como influências diretas na construção da realidade .'.

J.P.D.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

A Verdadeira Magia .'.



As transformações sociais estão diretamente conectadas às mudanças de atitude. Colhemos aquilo que plantamos. Eventualmente, temos uma chance de agir de modo diferente. O mundo nos retribui aquilo que oferecemos. Ora, de imediato; Ora, em tempo mais demorado. Seja o silêncio da meditação, ou os protestos gritantes, em prol da realidade que desejamos. Dosar liberdade e segurança, tem ônus e bônus. Escolhas que precisamos efetivar. Multiplicando investimentos no que possibilita crescer, evoluir e prosperar. Se somos apaixonados pelo que fazemos, a felicidade é questão de interação constante com o que nos configura a verdeira magia .'. 

J.P.D.

domingo, 6 de setembro de 2015

Aqui falam os Arcanos .'.



O jogo de hoje, nos mostra uma situação interessante.

1 - O Mundo cobre a questão. Mudanças racionais na forma de pensar, sentir e agir, nos conduzem na direção dos objetivos concretos, em uma jornada de lutas cotidianas. 

2 - A Roda da fortuna cruza a questão. Nos mostrando que o êxito depende da consolidação de tais mudanças. Colocando a razão no domínio dos impulsos, ambições, instintos e desejos. 

3 - A estrela coroa a questão. A tranquilidade nas urgências é decisiva se quisermos fazer fluir o trânsito. Com verdade e clareza nos objetivos. Pois, se conseguimos avançar, é porque o transito está fluindo. 

4 - O enforcado está abaixo da questão. Simboliza o fim de uma fase. É preciso coragem para romper com o passado. Isto, eventualmente, significa renunciar alguns prazeres imediatos. Alguma segurança aparente. Evitando pessoas e lugares onde há conflitos. 

5 - A carta da morte está atrás da questão. Esta carta significa transformação. Reinvenção de si mesmo. Novas subjetividades sendo incorporadas no amadurecimento do ser.

6 - O Imperador está adiante da questão. Tem a ver com organização e disciplina. Fonte de poder sobre a realidade. O que nos protege. É capaz de ajudar.

7 - A temperança é o que o determina. Além da influência material, está a influência da consciência. Saber fazer escolhas. Bom gerenciamento dos conflitos. Novas descobertas. Diferente do usual.

8 - A lua na oitava casa, nos revela a presença de inimigos ocultos por perto. No pede cautela. Pois, eventualmente, há alguém ouvindo e olhando, além dos aliados. O passado que persegue quem caminha na direção do futuro. 

Interessante aqui, notar que, em comparação com a carta da casa seis, quem precisa de ajuda é, justamente, quem é capaz de ajudar. Embora se confundam os papéis. Trata-se da mesma questão. E do mesmo personagem. Mas a lua na casa oito, tenta confundir os papeis, dividindo forças, em mais de um personagem.

O certo é que a influência (poder) atual, de tal imperador, é mais espiritual, motivacional e emocional, do que material. Porém, se movimentando em ambas as direções.

9 - Suas esperanças estão no equilíbrio. Nas leis de ação e reação. No respeito para ser respeitado. Colhendo no mesmo terreno em que se planta. 

Ajudar alguém para receber ajuda de outrem, é um peso invertido. Aceitar a ajuda, do modo que estiver disponível, de quem podemos ajudar, é mais inteligente.

As divisões ocorrem quando deixamos à margem quem luta para incluir-se. As alianças, de forças em conflito, existem quando há inclusão de tais personagens. Mas há um tempo para salvar-se antes que alguma peça-chave desista.

10 - Há uma guerra por vir. Ganhos certeiros a quem escolher o lado certo. Divisões onde cultivar-se dois lados. Soma onde houver uma cultura e entendimento de inclusão e comunhão: Céu e terra, bem e mal, dentro e fora, no mesmo espaço-tempo.

Aquele que preserva-se na unidade da própria essência, se torna diferencial, frente aos quais 'comercializam-se' por racional aceitação. Estes se tornam mercadorias duplicadas e de fácil aquisição.

Aquele que tem caminho próprio, parte de si mesmo, para criar inovações. A apropriação, baseada em referenciais, está atrás disso. Mesmo quando facilita alguns processos.

Criar, por si mesmo, baseado nas próprias experiências, transcende, na essência de criador, as construções baseadas em referenciais. Criar um estilo, ou abrir um caminho, é transcendental ao desejo de buscar o 'melhor, igual, diferente ou mais', que determinado referencial. Mesmo quando nega-se isso. 

A alguns atos materiais, há, também, consequências espirituais. E vice-versa.

O conflito entre os diferentes modos de pensar, sentir e agir, norteiam esta batalha. Terrena, celeste e infernal. Cada um será retribuído do modo como proceder. Pelas primeiras, segundas e terceiras, intenções.

J.P.D.

sábado, 5 de setembro de 2015

Ajudar-se .'.


Começamos a virar o jogo, ao nosso favor, quando entendemos que nossos maiores aliados e adversários, são frutos de nosso próprio imaginário. Ou seja, somos nós mesmos. Somos os responsáveis pelas escolhas, preferências e renúncias, que fazemos. O caminho escolhido tem de ser avaliado, pesado e medido, antes de ser aprovado. Para que tenhamos certeza de que estamos no rumo certo .'.  

J.P.D.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Oração .'. Ao Zeloso Guardador .'.


Guardo-me .'.

Meu Rei. Pai nosso e Senhor dos Exércitos.
Dê-me um pouco de tudo. Coisas boas, óbvio.

Saúde no trabalho;
Longevidade na jornada;
Fartura no conhecimento.

O céu e a terra sabem o que consta em minha lista.
Guardo-me na eternidade do espírito .'. 

J.P.D.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

A Humanidade, O Pós-humano & O Espírito .'.


(vídeo ilustrativo)


Eis algumas questões filosóficas existenciais.

Uma delas, é questão que define o homem como humano. A espécie animal racional do Homo Sapiens Sapiens.

A questão subjacente é a questão do pós-humanismo. A tentativa de criar formas de inteligência artificial. Quando o homem desafia a natureza e brinca de criador.

Enquanto; A questão tangente é a que define o 'ser consciente' como 'ser espiritual'. Sendo, o espírito, transcendente à espécie. O pensamento racional, o intelecto cognitivo e o despertar da consciência, transcendente à psicologia, pois se configuram como 'entidades metafísicas'.

A espécie animal vive ciclo (material) temporário. Tal como os planetas do Sistema Solar, o próprio Sol e as estrelas (cujas as partículas se recriam como astros). Enquanto, o espírito é eterno.

O avanço do pensamento pós-humanista, ultrapassa as questões de evolução genética ou tecnológica.

Estamos falando de entender que somos: 'O espírito em experiência humana' em vez do contrário a isso.

Contudo, simultaneamente, compartilhamos a experiência da compreensão do ser como 'um animal em experiência espiritual'. O que era um pensamento anterior ao nosso.

É óbvio que ninguém é melhor que ninguém por pensar assim. Porém, respeitando as visões sobre o tema, pensamos diferente do pensamento que reduz o homem ao humano.

Entendemos que perpetuamos a consciência espiritual, além da espécie humana, como "espírito" que "somos" (Assim: o sujeito singular conjugado no plural) .'.

J.P.D.

Histórias da infância .'. Texto Autobiográfico .'.


CUBOS DE AÇÚCAR .'.

Na infância, lembro que um dos meus cunhados, oficial do exército, praticava hipismo. Certa vez, fui até o estábulo de exército e encontrei aqueles 'quadrados de açúcar' que alimenta os animais. Perguntei o que era. E ganhei uns de presente.

Algumas semanas depois, com os cubos em casa, resolvi comer um deles. Resultado: Gostei e comi cada um. Isso me lembra os desenhos animados que perguntavam: "Quantos torrões você quer?"

Bom; Hoje estou tentando maneirar no açúcar.

MAPA DO TESOURO .'.

Quando guri, me contaram uma história de que, na Guerra do Paraguai, combatentes da Tríplice Aliança, que guerrearam contra as tropas de Solano, em São Borja, enterraram ouro na terra de meus ancestrais.

Fantasia, ou realidade, me tornei adulto, acreditando nisso. Ainda guri-piá, fiz meus próprios mapas de tesouro. Nos quais mapeei como encontrar o 'ouro da guerra'.

Um dos mapas dizia assim:

"Saindo pela porta da cozinha, vire à direita e ande cinco passos. Haverá uma pitangueira; Olhe na direção norte, caminhe sete passos. Encontrando uma goiabeira, vire-se setenta graus à direita. Há uma gruta de um santo. Vire-se na direção oeste; Caminhe doze passos. Há um gnomo e uma mesa de pedra. Na direção do sul, ande cinco passos. À sua esquerda haverá um coqueiro. Abaixo dos pés, o ouro".

Colecionador de moedas do mundo;
É óbvio que mudei o 'tesouro' várias vezes de lugar. 
Configurando incontáveis mapas.

J.P.D.

Influências .'. Às escolhas .'.



Somos, constantemente, influenciados pelo circulo de convívio do qual participamos. Desde criança, nos espelhamos nos pais e, consequentemente, em suas respectivas amizades. O jovem, adolescente, é influenciado pelos amigos, pela escola e pelo network familiar do qual tem acesso. Os filhos costumam motivar-se mais aos estudos, ao exercício profissional, à prática esportiva e à religiosidade, quando os pais demonstram interesse em tais atividades. De outro modo, há uma tendência ao consumo de drogas, ao consumismo descontrolado e à ociosidade do sono prolongado em fins de semana ociosos .'. 

Cada ambiente, e circulo de amizade, influencia adultos e, principalmente, crianças, aos respectivos hábitos que cultivam. Por isso a importância de escolher as amizades; Os ambientes de circulação; Os filmes, as músicas e os livros; Os programas de televisão; Os sites da internet. Quem ler, quem ouvir e quem assistir (no mundo da mídia, da cultura e da arte); Se torna uma escolha determinante na influência às decisões cotidianas .'.

Águias e leões, precisamos conviver com águias e leões, para aprender a voar, caçar e sobreviver na selva. Se nos inclinamos ao pensamento evolutivo, é inteligente preferir o convívio de pessoas que buscam a evolução, o desenvolvimento e o progresso. Cada interação dialógica, profissional, amistosa ou amorosa, acarreta um intercâmbio de pensamentos, sentimentos e preferências, que nos influenciam, consciente, ou instintivamente, ao caminho que escolhemos .'. 

IMPORTANTE LEMBRAR QUE .'. 

Mesmo com exceções, e livre de generalizações, bibliotecas e academias influenciam de forma oposta às mesas de bar, em centros boêmios, rodeados de traficantes .'. 

O consumo de drogas, e o abandono da escola, é mais comum, entre os jovens usuários de bebida e tabaco, do que entre praticantes de atividades físicas e leitores ávidos .'.

J.P.D.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Seiton aos zombeteiros .'.


Analiso um fenômeno comum, referente à influência dos espíritos zombeteiros e obsessores. Analisando o primeiro deles, no caso dos zombeteiros, notamos, inúmeras vezes, a distração das pessoas em casa .'.

Nesta manhã, ao encher a xícara de café, entre abrir as janelas, estender a cama e ligar o computador, mais de uma vez, precisei procurá-la .'.
O fato de não saber onde estava, se configura como mera distração. Ou desatenção. Contudo, ao perceber o que estava ocorrendo, testemunho a influência espiritual, em tal fenômeno cotidiano .'.

Enquanto ligo o rádio e baixo o volume da televisão; Enquanto faço a higiene pessoal; Costumo conversar mentalmente com os pensamentos: "O que temos pra fazer hoje?"; "O que está na agenda?"; "O que é prioridade?"; "Que horas faremos tal leitura?"; "Que horas iremos em tal lugar?"; "O que faremos primeiro?" .'.

Este tipo de conversação requer a concentração naquilo que está sendo pensado e definido. O que compromete a atenção nas tarefas manuais que estão sendo feitas ao mesmo tempo .'.

A observação participante, no mundo espiritual, revela que durante tal diálogo intrapessoal, misturam-se pensamentos próprios aos pensamentos que captamos do ar. Influências espirituais. Ora boas; Ora não .'.

No casos dos 'zombeteiros' (espíritos brincalhões e sem maldade), a distração ocasional é motivo de riso. As pessoas são influenciadas em ações normais do dia-a-dia. Ocorre quando agimos ao mesmo tempo em que mantemos um diálogo imaginário (em banda ou intrapessoal) .'.

Isso explica quando procuramos a carteira, o molho de chaves, os documentos, o cartão do banco, etc. É natural que tenhamos um lugar certo para cada coisa. Que a garrafa d'água esteja na geladeira e a escova de dentes no armário do banheiro .'.

A influência dos zombeteiros consiste em distrair durante o diálogo e mudar as coisas de lugar. Como se fosse uma brincadeira de esconder (quente ou frio). Pois se divertem enquanto procuramos .'.

Por isso a importância de determinar o lugar certo das coisas. O que facilita o ganho de tempo na hora de utilizar cada ferramenta. O que, no 'Programa 5 S', chama-se de 'Senso de ordenação' ou 'Seiton' .'.

J.P.D.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Versos em prova .'.


Vivemos uma revolução permanente. Uma luta constante pela inclusão geradora do progresso. O que fazemos nas ruas, nas empresas e nas escolas, influencia, direta, ou indiretamente, a realidade cotidiana. O mundo multicultural esbanja heterogeneidade. As diferenças emergem clamando igualdade. A cultura é o motor da criatividade. Em um mundo em que somos, cada vez mais, materialistas do que apaixonados .'.

O comportamento competitivo rebate a tolerância fraterna do humanismo.  O consumismo movimenta os interesses de produção. As relações se tornaram superficiais. O amor conjugal, instantâneo e livre de compromissos, se torna mercadoria nas prateleiras virtuais. As intimidades se tornam públicas. A privacidade é rara em tempos de exposição midiática. O amor sofre o desejo da exclusividade, da proximidade, do estar junto, ao mesmo tempo em que promove a liberdade .'.

Quem amo mais? O trabalho ou salário? A mim ou aos sonhos? O caminho ou o horizonte? A caminhada ou o destino da jornada? O que mais importante? Estar aqui? Ou continuar em frente? Os excessos clamam o autocontrole. O domínio próprio dos desejos. Construir algo juntos, mesmo que por um tempo determinado, é mais inteligente, e satisfatório, no sentido da evolução, do que a instantaneidade inconsequente. Cultivar o amor é um desafio nos tempos atuais .'.

J.P.D.